sábado, 10 de outubro de 2009

Deep...


A profundidade daquilo que dizemos deriva do que sentimos, da euforia ou desespero que nos provocam as emoções, as quais são no entanto muitas vezes renegadas para o nosso silêncio, ficando a germinar dentro nós impulsos que mais cedo ou mais tarde vão aparecer, com diferentes formatos, que tanto se podem manter fieis ao sentimento inicial, mais carregado ou mais leve, ou então transformado no seu oposto, e sempre que isso acontece é uma verdadeira perda…

2 comentários:

Anna disse...

Bem verdade...
A questão que se coloca, no entanto, é o que será melhor para dar vida a essas emoções: deixá-las tomar forma no momento, provocando explosões irreflectidas, das quais muitas vezes nos arrependemos...ou então cobri-las pelo silêncio e deixá-las "fermentar", sendo que mais tarde ou mais cedo, elas virão ao de cima, e possivelmente com ainda mais força?...
Hmmm.....
*

sakura disse...

Mas nem sempre conseguimos dizer ou transmitir exactamente aquilo que sentimos...e é uma pena...it really is.