terça-feira, 30 de junho de 2009

Vou ali já venho!

Depois de finalmente fazer o último teste (esperemos) deste semestre, ido ao jantar de fim de ano da minha turma, vou finalmente de férias, somente uns dias é certo, mas que vão saber bem e se o tempo ajudar vou dar alguma cor à minha pele já que estou tipo lula.



Estarei algures por aqui e prometo dar muitos mergulhos, por mim e por aqueles que não o puderem fazer!

Sindroma Mr. Big


Vi alguns (muitos) episódios do Sexo e a Cidade, em particular das primeiras séries. Discordo que fosse uma série mais voltada para mulheres. É sem dúvida uma série de mulheres, mas as situações dizem respeito a toda uma sociedade e uma geração, se enquadrada num determinado espaço geográfico e num certo contexto.
O que mais me surpreendeu foi a (re)criação moderna da história do príncipe e da princesa encantada. Uma história que aparentemente não parecia ter lugar nos tempos que correm, que foi introduzida na série como algo natural e a meu ver acabou por ser um dos seus fios condutores. O Mr. Big seria o príncipe de alguém cujos diversos relacionamentos nunca funcionavam ora por isto ora por aquilo, o sonho, a hipótese final, mas que de algum modo parecia estar sempre a ser afastado, como se o destino não quisesse que a relação funcionasse. Entre muitas das histórias da série, acho que esta foi a que mais cativou a audiência, esse jogo de impossíveis, essa novela de desencontros, onde todos esperam, claro, um final feliz.
A minha questão no meio disto tudo é apenas uma. Será que hoje em dia as mulheres realmente procuram o seu Mr. Big, sabem que ele existe, sabem que por mais voltas que o mundo dê é com ele que querem acabar?
À partida todos nós procuramos um sonho, muitas vezes sem o saber e outras vezes ignorando-o e trocando-o por algo mais racional, concreto e seguro. Sejam homens ou mulheres todos procuramos esse alguém que desde a infância nos habituamos a ver em filmes e séries. Ou será que queremos outra coisa? Apenas uma relação, que sabemos estar condenada à partida por ser pura irracionalidade, para depois de a vivermos nos voltarmos para a vida real? Ou será que acreditamos que mesmo irracional essa relação poderá ter futuro, porque queremos que tenha, porque toda a vida sonhamos com isso e ao mesmo tempo esquecemos onde vivemos, no mundo em que vivemos e em como a realidade é toda ela contrária ao sonho e às ilusões.
Creio que o melhor é equilibrar as coisas, não ser demasiado racional ou demasiado sentimental, algo no meio-termo.
Uma vez ouvi uma velhota a dizer que só sabemos que amamos uma pessoa, depois de viver com ela 50 anos. Será o amor assim tão relativo?

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Ora faz chuva, ora faz...Chuva!


Ontem fiquei contente com a chuva. Hoje ela já me está a enjoar (bem que podia estar Sol não?)
Raios partam este meu humor variável e este tempo monótomo!!!

Blog Maneiro!


E eis que quando menos se espera este humilde blog ganha um prémio oferecido pela B* do Mais-Que-[Im]Perfeita, que é uma querida e a quem muito agradeço!


As regras são:

1. Exibir a imagem do selo;
2. Postar o link do blog que indicou;
3. Indicar 8 blogues da sua preferência e avisá-los.

Os blogues escolhidos são:

domingo, 28 de junho de 2009

Raining day


Chove lá fora e eu tenho o Sol cá dentro...

sábado, 27 de junho de 2009

Bancos


Sempre me fez espécie a publicidade que vem nas cartas que recebo do Banco, ele são produtos financeiros, planos de investimento e cartão de crédito. Os cartões que tenho são os mais elementares, um cartão de débito para o dia a dia e um de crédito o qual me foi ferozmente impingido na altura da compra de casa e repousa solitariamente no fundo de uma gaveta.
Há uns tempos recebi uma cartinha do banco com um cartão daqueles todos xpto. Como de costume procedi de acordo e reciclagem com ele.
Ontem liga-me uma senhora do Banco a propósito do dito cartão, queria-me falar das vantagens do mesmo, depois de me dar aquela lenga lenga que era um cartão para clientes especiais:
B. Já activou o seu novo cartão?
LE. Não, já tenho um, não preciso de outro.
B. Mas sabe que com ele tem muitas vantagens
LE. Quais?
B. Oferecemos a primeira anuidade e tem um crédito de 1000 euros para gastar no que quiser
LE. Se activar o cartão ganho 1000 euros?
B. Sim sim pode fazer compras até 1000 euros!
LE. Mas os 1000 euros são-me dados a fundo perdido, como prémio?
B. Bem…não, é só para o caso de não ter dinheiro na conta fica sempre com uma margem de 1000 euros, que depois são pagos com juro de x…
Pronto nesse momento disse à senhora que cartão já devia andar no estômago de alguma gaivota, ao que ela ficou escandalizada do outro lado a dizer-me que não posso fazer isso porque o cartão é do Banco e deveria te-lo devolvido ou entregue numa agência (possivelmente para voltar a ouvir a mesma cantiga do bandido!).
Pois, temos pena, não mo tivessem enviado, eu não pedi nada!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Insatisfação


Hoje acordei particularmente insatisfeito com a vida, o que não é novidade nenhuma diga-se de passagem. O problema é que ando sempre com algo cá dentro a dizer que falta qualquer coisa, ou a querer fazer num momento aquilo que não posso, ou por falta de tempo, ou por falta de vontade, ou por falta de não sei que mais. Ah como era bom levantar-me um dia, sem planos prévios ou rotinas e poder simplesmente fazer tudo o que me apetecesse na hora, sem justificar nada a ninguém, sem picar o ponto, sem responsabilidades, sem nada, apenas deixar-me levar para onde o desejo momentâneo me indicasse.
Isto fez-me lembrar os tempos do secundário quando eu e uns amigos nos juntávamos para fazer trabalhos de grupo, surgiam todo o tipo de conversas que nos afastavam dos mesmos, o trabalho era a última coisa em que pensávamos, queríamos era falar, discutir, trocar ideias sobre tudo e riamos muito, divertíamo-nos muito. Eram bons tempos, fora o stress da última hora em que tínhamos mesmo de fazer o trabalho. Depois haviam alturas em que nos juntávamos somente para conversar e era o deserto de ideias, de palavras, todos a olhar uns para os outros, sem nada para dizer.
A este propósito tenho de fazer referência ao António Variações: "Quero estar onde não estou, quero ir para onde não vou"
Uma grande verdade sem sombra de dúvida!

[Por outro lado e sendo Sexta vou ali apostar no Euromilhões, a sorte não é nenhuma, mas quem não joga…]

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Yoga


Aqui há uns tempos descobri que tenho uma academia de Yoga no rés-do-chão do prédio onde se situam os meus humildes aposentos. Comentei esse facto a uma amiga e ela olha para mim com um brilho nos olhos e diz-me que sorte, porque não aproveitas, yoga é giro, para não falar que te fazia muito bem! Pronto, está bem, que eu preciso de exercício já sei, não que esteja com excesso de peso, antes pelo contrário, mais por uma questão de tornar a minha vida saudável e retirar o stress de cima do corpo, contudo o yoga não sei porquê nunca me seduziu, acho aquilo muito exótico, não que isso seja um defeito, antes pelo contrário, simplesmente tenho outras prioridades a nível de exercício físico, tais como correr e nadar, que é o que mais gosto. Por outro lado não sei se me consigo adaptar, acho que tenho pouca elegância para aquilo.
Este Domingo vi nas notícias que tinha sido o dia mundial do yoga e lá fiquei outra vez a pensar na dita actividade. Ontem, quando regressava a casa, passei na porta da academia e cruzei-me com uma miúda linda de morrer que saia de lá com um sorriso enorme nos lábios. Nesse momento senti-me compelido a ir experimentar o yoga, não pela miúda (claro que não!), mas sim pelo sorriso que trazia. Não sei o que fazem lá, mas também quero um sorriso daqueles!


[Parece que tudo se conjuga para isso não? Provavelmente ainda não vai ser nos próximos tempos, mas que estou tentado estou, a ver vamos.]

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Ele há...

Putos com uma tal sorte!!!


E condutores que são uns artistas!!!



Nunca estou contente com nada!


Quando faz um Sol e calor fantásticos, refilo porque não posso estar na praia!
Se o tempo está nublado (como hoje) abomino-o porque me faz ficar melancólico!
Devo ser como o tempo, inconstante...nada está à minha vontade!



[Acho que estou mesmo a precisar é de férias senão qualquer dia nem eu me aturo a mim mesmo! Reclamar do tempo é apenas uma desculpa para não querer fazer nada…]

terça-feira, 23 de junho de 2009

Sem inspiração


Não me ocorre nada para colocar aqui hoje. Mesmo nada. Talvez seja melhor não escrever nada. Ou talvez escrever que não estou inspirado para escrever nada. Parece que nada sai, nada ocorre, nada acontece. Isto é por isso um post morto, sem batimentos cardíacos, sem ondas nem marés, não é positivo nem negativo, não é doce nem azedo, salgado ou doce, é apenas uma constatação linear e real, fria e sem vida!


Há dias assim...

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Viagens


Acho que o sonho é inimigo da paixão. Quanto mais idealizamos mais oportunidades perdemos. Talvez o melhor seria mesmo esquecer os arquétipos, as mariquices, as ideias feitas e simplesmente deixar-nos levar. Assim como se deve viver a vida, tomando cada dia como único e último, deveríamos tomar cada situação como uma eventual hipótese, esquecer os problemas existenciais, as dúvidas, as fraquezas, a timidez, as tentativas de perfeccionismo e simplesmente seguir em frente, sem preocupações, sem destino previsto ou programado, sem nada. O importante talvez não seja o ponto de chegada, mas sim a viagem que se realiza!

A grande questão é, será que conseguimos? Porque há viagens em que nos perdemos e que acabam mal…

domingo, 21 de junho de 2009

Irritações!


Não gosto de pessoas extremamente caaaalllllmaaaaas, daquelas que parecem viver noutro universo, noutro tempo, onde um segundo deve ser uma hora e uma hora um dia. Uma coisa são pessoas calmas e serenas, isso aprecio, agora quando há elementos fleumáticos a cair no exagero, fico IRRITADO [depois venham-me cá dizer que tenho mau feitio!]

Pior é quando a sua calma atrapalha a vida dos outros, como se todos tivessem de se sujeitar ao seu ritmo!!!

[Resultado de uma ida ao Continente num Domingo de manhã, se têm amor à vossa sanidade mental não o façam!!!!]

sábado, 20 de junho de 2009

Tadinho do pardal!


Acho que tenho pardais suicidas na vizinhança. Ontem um, vindo do nada em pleno voo, deu uma valente marrada na janela da minha sala e pregou-me um susto. Que diabo, será que os pardais andam com depressões? Ou isso ou andam metidos nos copos! Acho que este calor anda a por tudo louco!

[Descansem todos os amantes dos animais, o bicho conforme marrou lá continuou a voar, mas na direcção oposta, não se livra é certo de um grande galo e ficou com menos umas peninas na cuca, mas decerto terá mais cuidado para a próxima!]

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Praia...


Ando sequioso de praia e a invejar quem vai passar o fim-de-semana ao Sol!
E vou fazer mezinha para vir chuva, oh se vou, só mesmo para meter nojo!


[Vá era a brincar, quem puder aproveite e dê um mergulho por mim!]

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Aventuras no Bus #2


E o que os autocarros da carris têm de bom agora? Dou uma pista:
-Não é o ar condicionado!
-Não é pontualidade!
-Não é condução suave!
-Não é conforto!
Então o que é?
Agora têm umas motoristas muito SIMPÁTICAS E GIRAS! É verdade! Eu quase não podia acreditar! Até me sentei logo na frente! Quase me atrevo a dizer que uma mulher simpática e gira, a conduzir um autocarro tem um certo “je ne ce quoi”! Ah sim e foi uma condução perfeita e suave, tanto que me ia esquecendo de sair onde devia!

[Pronto foi o momento lúdico (vulgo tarado) da semana. Agora vou ali para o meu canto de castigo!]

Smile


Por vezes basta-me um sorriso para andar feliz e contente o resto do dia!

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Amor à primeira vista


Há quem acredite em amor à primeira vista. Eu não acredito. Gostava de acreditar mas não acredito, porque em boa verdade nunca me aconteceu. O que já me aconteceu foram atracções à primeira vista. Curiosamente quando reparo em alguém com “olhos de lobo” e se venho mais tarde a conhecer efectivamente essa pessoa estrago tudo tentando ser o que não sou, ou melhor revelo ser a criatura menos atraente deste mundo, acabo por dizer, parecer e fazer aquilo que não se deve, porque quero algo mais. Contudo as pessoas que me habituo a ver, sobre as quais não tenho segundas intenções inicialmente, algumas produzem, passado algum tempo, um clic em mim, quando as começo a ver como uma possibilidade, quando sinto um súbito desejo de algo mais, quando penso no “e se”. Daí têm surgido as minhas grandes paixões. Surgem do nada é certo, quando menos se espera, sobre quem menos se espera. Pelo menos para mim a paixão surge assim, à “segunda vista”.


[Apesar da minha descrença não me importava nada de me apaixonar à primeira vista...desde que fosse correspondido claro!]

terça-feira, 16 de junho de 2009

Pensos rápidos




Aqui há dias disseram-me para não me afligir com os meus desaires amorosos. Bom conselho sem dúvida, contudo já o digo a mim mesmo ao tempo, mas qual ignóbil ser não paro de sofrer por conta isso. Procuro esquecer mas parece uma campainha que está constantemente a zumbir na minha cabeça. Frases como “toda a panela tem seu testo” ou “todo o sapato tem seu par” cada vez parecem mais pensos rápidos que se colocam só por uns dias nas pequenas feridas. Pronto valeu pelo esforço, mas sem dúvida os problemas existênciais derivados das relações, ou das não relações não são pequenos lenhos que se façam à flor da pele, antes são eternas hemorragias que nos sangram por dentro, por vezes estacam, mas um esforço maior e voltam a emergir. Acreditar que pode haver alguém que nos preencha realmente, que está perdido no mundo, não sei se me alegra ou se me deixa ainda mais apreensivo, porque o mundo é gigante por mais conhecimento que se tenha e pensar que encontrar esse alguém é quase como procurar uma agulha, não num palheiro, mas numa série deles, visto que não sabemos em qual se poderá esconder, ou mesmo se existe, parece ser uma tarefa inglória e hercúlea. Por outro lado ao existir esse alguém poderá já estar ocupado e então toda a vida parecerá um jogo de cadeiras onde nós perdemos o lugar e a hipótese de nos sentar em alguma!



[Fosse eu crente e acreditaria…morreria estúpido mas acreditaria!]

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Dias de sorte 2


Hoje, ao contrário da maioria das vezes, acordei bem disposto. Despertei antes do despertador tocar, andei calmamente a fazer o tinha a fazer, ia ter um teste e sabia as coisas na ponta da língua, passei a ferro e o objecto funcionou a preceito e dei por mim pensar ou estou doente ou o dia vai-me correr bem!
NUNCA, mas NUNCA se deve dizer que se está bem disposto, nem sequer aos nossos próprios botões, pelo menos comigo.
Saí de casa e começou o azar. Perdi um autocarro (logo o que tinha ar condicionado). Apanhei outro e fui a suar o caminho todo, eu e mais não sei quantos milhares que iam lá tipo sardinha (sabe tão bem) Ia sendo atropelado porque há quem não saiba o que são passadeiras (ou então não as quer ver). Fiz o teste e correu mal. Apanhei uma molha e fiquei que nem um pinto. Tropecei numas escadas a caminho e agora tenho um lenho no joelho.
E eis que quando estou mesmo a chegar a casa, completamente mal disposto, a largar fumo pelas orelhas e a flamejar dos olhos o que encontro no chão? Uma moedita de dois cêntimos! Dois cêntimos, que miséria. Deixei-a no mesmo sítio. Isso foi o cúmulo. Se pensam que “achar” dois cêntimos devolve-me o bom humor depois de um dia assim estão muito enganados, sou muito mais caro que isso.
Se amanhã me lembrar de acordar bem disposto, acho que vou ligar TV e ver o programa do Goucha, só para ficar mal disposto!


Pronto tenho dias assim, cheios de azar de circunstância, mas pronto haja saúde!



[ah sim e gajas, como é claro, nada!]

domingo, 14 de junho de 2009

Ego


Acho que dou melhores conselhos aos outros do que a mim próprio, isto porque tenho mais esperança nos outros do que na minha pessoa ou simplesmente acho que os outros e os seus problemas são sempre mais simples que os meus e daí conseguir ter solução para os mesmos.
Serão os meus problemas assim tão complicados, mais do que os dos outros? Serão os meus problemas de verdade, ou simplesmente estarei a ser demasiado egocêntrico?

sábado, 13 de junho de 2009

Acaso?


Tudo o que a vida tem de certo é o fim da mesma, o resto é puro acaso. A felicidade é um acaso, a alegria é um acaso, o amor é um acaso. Segundo os cientistas a própria realidade que é a vida é um acaso.

[Ou será que não?]

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Buáááááá


Hoje vai tudo para os santos e aqui esta criatura onde vai ficar? EM CASA!
Pois tenho de estudar, andei o dia todo a ler umas coisitas aos poucos, mas o que queria mesmo era mandar os livros, apontamentos, fotocópias às urtigas e ir pela noite fora andar por aí, sem rumo, num completo devaneio, a saborear o calor nocturno, o ambiente descontraído e boémio (sim porque isso de santos acho que ninguém se lembra, o que o pessoal quer é festa, a razão não interessa!).
Mas pronto, cada um tem o que merece!


[Daqui a um mês logo me vou vingar, ah se vou!]

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Acho que...

...a idade tornou-me mais inteligente, mais atento, mais intuitivo, mais assertivo, mais frio, mais sacana..mas ainda assim não sou sacana o suficiente, porque se fosse não sentiria remorsos quando tento ser...
Ah sim, a idade também não me tem tornado mais sábio, talvez daqui a muitos anos...

Osmose


A osmose para quem não sabe é o processo pelo qual a água se movimenta de uma zona pouco concentrada em sais, para uma zona de maior concentração de sais, de modo a repor o equilíbrio.
Agora que está dada a aula de biologia vamos ao que interessa. Este princípio em biologia só se aplica a nível celular, porque na vida de um conjunto complexo de células e outros tantos processos físico-químicos que se chama Enfant Terrible não funciona. Senão vejamos, se este princípio funcionasse comigo para onde quer que fosse, qual água, teria de ir ter a um lugar onde houvesse maior concentração de mulheres interessantes e tal e tal. Pois isso não acontece. Para onde quer que vá parece haver o oposto, a minha presença afasta de certo todos os “sais” que podiam equilibrar a minha existência. Mas que encontro concentrações encontro. Meninas abaixo dos 20 anos a apanharem grandes borracheiras, colunas de homens a monopolizarem balcões de bares, de olhar alerta e penetrante (nas ditas meninas) e claro está meia dúzia de casais que, sentados, olham mudos a panorâmica sem qualquer traço de alegria no rosto. Então e os “sais” onde estão? Provavelmente no ponto mais distante do globo, qual repulsão da minha pessoa. Pronto a osmose funciona comigo, mas ao contrário, isso é certo!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Umbigos!


Porque será que senhoras na casa das cinquenta primaveras, ou mesmo quarenta, têm agora a “mania” de mostrar os seus umbigos por meio do uso de camisas desabotoadas da cintura para cima? É que não tenho nada contra umbigos, pelo contrário, mas quando os mesmos estão rodeados de massa adiposa, estrias e outras “lombas” tenho pena deles, coitadinhos, deviam ficar resguardados, é que assim assustam os enfants como eu e outros [e outras!].
[A imagem de cima é para dar o exemplo do que se deve mostrar e se quer ver!]

terça-feira, 9 de junho de 2009

Serei só eu ou...


Se há coisa estranha que me acontece com frequência é passar por baixo de um poste de iluminação pública e o mesmo apagar-se de imediato. As lâmpadas fundem à minha passagem como que acto de magica. De duas uma, ou é uma coincidência (que acontece com demasiada frequência) ou a minha presença junto dos ditos objectos leva-os ao apagão. Pondero se não terei uma costela Mr. Bean, que conjugada com a minha pouca sorte resulta nesta “ocorrência” que parece trazer as trevas ao mundo!

[Descubra a Câmara Municipal isso e ainda me proíbem de passar junto de candeeiros públicos depois de me passarem um pesada multa!]

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Será que...


...os sonhadores, idealistas e românticos estão destinados a ficar na solidão, amargurados e rabugentos? Ou será que são simplesmente estúpidos e deveriam ser sacanas, ardilosos e interesseiros?
[Porque será que comigo as coisas não podem ser simples? Ou por outras palavras...SIMPLES... e não complicadas, hummm?]

domingo, 7 de junho de 2009

Nostalgia


Acho que vivo mais a pensar naquilo que já vivi do que propriamente naquilo que ainda quero ou vou viver…mas por outro lado estou continuamente a sonhar com o que poderia estar a viver e não estou!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Dos amores, dos desamores, das relações e das não relações


Desde que entrei na blogosfera notei que a maioria dos posts e da própria razão de ser dos blogs gira à volta dessa “coisa” que é o amor e as relações que dele advêm. Quando se pensava que isso do amor, da paixão, era coisa ultrapassada em que ninguém acreditava, que estava fora de moda devido ao ímpeto consumista e individualista que move a nossa sociedade, eis que, como uma boa surpresa, descubro essa realidade. O amor nunca esteve fora de moda. O amor ainda dá alegrias, desgostos e a sua busca move e inspira muita gente. Curioso é como este sentimento gera, tanto devido ao seu encontro como ao seu desencontro, a mesma dose de inspiração. Apaixonados, desapaixonados, retribuído ou não retribuído, certo é que o sentimento está lá, qual semente que faz rir ou chorar, que faz desejar viver ou morrer, mas no fundo o amor é sempre vida por maior que seja o desgosto, por maior que seja a dor, por maior que seja a desilusão.
O que não compreendo é como muita gente vive numa situação de desamor, num alheamento sentimental que se reduz a uma rotina diária e mecânica de expressões, cuja capa esconde o medo da solidão, a resignação para o bem-estar social. Isto porque nunca sentiram verdadeiramente aquela faísca que, qual choque que nos deixa em constante dualidade eufórica e depressiva. O amor não tem horas, não tem espaço, acontece. O amor não é racional é instintivo. Quando o amor acontece em sintonia dá-se a formação de outro universo, um choque de dimensões galácticas, a fusão entre duas forças, isso é a relação, que inspira, que faz respirar sem ar, que tira o ar, que dá paz, que dá uma alegria constante e sossega até os mais turbulentos.
Contudo, na maioria das vezes o amor é algo que se procura a vida toda e não se encontra. É algo que se sente e não é correspondido. É instinto que leva à desilusão. É expectativa que não se persegue com receio de um não. É corrida na qual não se alcança a meta. Esta é a não relação. Deixa-nos tristes, deprimidos, tétricos. Esse é o amor que nos faz sonhar, porque nos afasta da realidade, para tentar minorar a dor. É o amor platónico que sabemos nunca acontecer, mas que nos recusamos de deixar perseguir, por mais azeda que a nossa vida se torne, por mais dor que nos inflija, mas no fundo é isso que dá cor à vida, mesmo que essa cor seja soturna. E a esperança mantém-se, pequena mas vigilante, sendo essa fagulha que nos faz continuar para o bem ou para o mal.
O amor por vezes é estúpido, é contrário a tudo o que faz sentido, mas se assim não fosse não seria amor!
Mas ainda assim, há um senão no meio disto tudo. É que o amor é usado para tudo o que não é amor. É um isco, uma ratoeira, um engano. É a cantiga do bandido, a burla, o negócio, a doença. Talvez por isso muitos acreditem que não exista como tal.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Sobre a inteligência


Às vezes parece que se insinuava que o nosso pequeno país à beira mar plantado tinha pouca gente inteligente e formada. Contesto essa afirmação categoricamente. Temos pessoas muito bem formadas, não têm é emprego e das mais inteligentes do mundo.
O grande problema que tenho vindo a reparar é que boa parte dessas pessoas inteligentes tem um grave defeito a meu ver, são demasiado cientes desse facto, o que leva alguns a tornarem-se muito, mas mesmo muito pouco humildes. Depois é vê-los nos mais variados cargos, políticos, de chefia, como professores, a processarem uma arrogância tal, cortando as asas e humilharem quem por causas diversas possui um outro tipo de inteligência (sim que para mim ninguém é burro), para além de “vestirem” uma vaidade que chamam de estatuto. Acham-se estes superiores aos demais e como tal têm de os rebaixar!
Felizmente conheço pessoas muito inteligentes que são fontes de humildade e de altruísmo. O problema é que essas, devido por vezes a alguma falta de ambição, não almejam certos cargos e se assim fosse certamente estaríamos muito melhor.
Ocorram-me estas observações quando hoje almoçava na minha faculdade numa mesa próxima de uns miúdos que não deviam ter mais de 20 anos. Um dizia a plenos pulmões que ia ter uma grande vida porque só tirava 15 e 16 e como tal quando acabasse o curso não precisaria procurar trabalho, porque com um curso superior TINHA DE TER um cargo superior! Tadinho! A vida vai-lhe ser madrasta. Estando este miúdo num curso de letras como o meu, não deve saber o que é o mundo lá fora. Pronto tem umas notas boas, mostra que é inteligente, mas se pensa que isso é garantia de se safar está muito enganado. As notas que se tiram num curso servem para abrir portas, mas é preciso muito mais que isso, é preciso perceber a realidade, ser humilde.
Tive vontade de interferir, tive mesmo, mas não o fiz. Se o fizesse perguntar-lhe-ia se conhecia aquele poema de António Aleixo:
Uma mosca sem valor
Pousa com a mesma alegria
Na careca de um doutor
Como em qualquer porcaria!

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Filmes


Cada vez mais considero que somente nos filmes há finais felizes. O amor acontece quando menos se espera, mas acontece. Há mulheres bonitas, inteligentes, simpáticas e disponíveis que gostam de homens feios, semi-bonitos ou pura e simplesmente tímidos e normais.
Pois só mesmo nos filmes, porque na vida real isso não acontece, de todo…e o final feliz acaba por ser o final resignado.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

1 Junho

Hoje foi o dia do enfant! O meu dia sem sombra de dúvida!

[bom bom era haver também o dia do terrible, isso é que era!]