sexta-feira, 31 de julho de 2009

Coisas do destino


Tenho uma amiga de longa data que podia ter sido e não foi, por mim, por ela, pelo momento, pela conjugação das estrelas, pelo destino, enfim, por alguma razão que nos é desconhecida, mas a verdade é que ficámos sempre bons amigos. No entanto só falamos praticamente uma vez por ano, pelo aniversário dela. Sim, porque a data do meu ela não sabe. Ligo-lhe religiosamente todos os anos, dou-lhe os parabéns, pomos a conversa em dia e por fim acabamos sempre por mandar uns piropos um ao outro, num ah e tal um dia ainda me caso contigo! Mas isso não pode ser. Aliás ela já é casada e tem um filho. Mas é bom saber que apesar disso há por aí alguém que gosta de nós e nem tudo precisa de ser consumado para ter graça, para criar ligações, para manter vínculos. Para o ano voltarei a falar com ela, a ouvi-la dizer de mim coisas que não considero que seja, mas que sabem sempre bem escutar. Eu desejei-lhe os parabéns, ela desejou-me boa sorte na minha demanda e ambos desejamos um ao outro que talvez noutra vida as coisas entre nós sejam diferentes.

De volta...


Diz-se que o que é bom acaba depressa. É verdade, mas se assim não fosse não havia um gostinho a nostalgia que nos faz sentir que aproveitamos bem o tempo, algo que nos faz querer mais e talvez seja isso nos faz suportar toda a rotina que se avizinha à nossa frente. Entre o FMM, muita praia, muito Sol, muito sono, livros lidos, filmes e séries em lista de espera finalmente apreciados, regresso a todo este frenesim da cidade, ao barulho dos carros, dos aviões, de tudo aquilo que é vida também, mas uma vida diferente. Agora encontro este mundo virtual dos blogs repletos de novidades, de novos posts. A vida continua e isso é um sinal para mim, um sinal para eu continuar.


Se aconteceu alguma coisa assim especial? Não, isso nunca acontece, aliás, não acontece em lado algum, pelo menos para mim e porquê, não sei. Pois estou de volta e como tal volto ao mesmo, sem quaisquer mudanças, isto foi apenas um pequeno interregno.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Estou cansado...


...por isso vou de férias! Não me vão aturar durante uma semana. Vou para Sul. Vou para perto do mar. Vou pôr-me debaixo do Sol se as nuvens deixarem. Vou mergulhar. Vou correr. Vou ler. Vou dormir até mais não poder. Vou esquecer umas coisas e lembrar de outras e quem sabe sonhar. Vou, mas volto!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Spider-Man


O meu super-herói favorito do mundo dos comics sempre foi o homem-aranha. Quando era miúdo queria ter os poderes do homem-aranha, queria poder escalar paredes, ter força sobre-humana, queria lançar teias e pressentir o perigo. Mas aquilo que mais me cativava eram os dilemas que o homem-aranha vivia, a singularidade da sua vida, não compreendendo muitas vezes o porquê de tanta confusão. Agora em adulto compreendo a complexidade do personagem. Percebo que os super poderes não resolvem a nossa vida, têm mesmo o efeito contrário. Mas também não são precisos super poderes para se ter problemas, eles vêm ter connosco de graça, ou então somos nós próprios que os criamos de forma consciente ou inconscientemente. Esse é o fascínio do homem-aranha. Poderoso mas ao mesmo tempo tão humano, como qualquer um de nós míseros mortais, que embora sem termos sido picados por uma aranha radioactiva, sofremos os mesmos conflitos, as mesmas adversidades desta passagem a que se chama vida.

Quando me decido a fazer alguma coisa no dia seguinte, normalmente no dia propriamente dito nunca tenho vontade de o fazer. Por isso planear qualquer coisa não é para mim. Prefiro fazer as coisas quando tenho vontade de as fazer, pelo menos sempre que posso. Acordar é por isso para mim sempre algo de novo, nunca sei como vou estar, como me vou sentir, em que estarei a pensar e se a juntar a isso tiver todo o largo espectro do que posso vir a fazer, sem estar preso por nada pendente, tanto melhor, é ouro sobre azul, porque assim tenho a liberdade de escolher de acordo com o momento e somente assim algumas coisas me saem bem. Somente assim consigo alguma liberdade e esperança.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Sonho...


...ser o sonho de alguém de sonho com quem sonho…

Feridas


As feridas não são todas iguais. Existem grandes e pequenas feridas. As pequenas são para mim as mais perigosas porque não lhes damos tanta atenção exactamente pelo seu tamanho e pela pouca dor que nos provocam, contudo é mesmo por isso que levam mais tempo a cicatrizar ou então nunca chegam sequer a esse ponto. Estão ali sempre prontas a abrir, mal cicatrizadas e tratadas, negligenciadas que com o mínimo esforço voltam a libertar a sua dor pelo nosso corpo e espírito. Basta um sonho, um pensamento, uma imagem, um momento, um segundo ou outra qualquer coisa que das profundezas do nosso cérebro surja para reabrir a dor mal curada e então uma pequena ferida torna-se uma grande ferida, que nos faz contorcer, delirar ou suplicar para que pare de doer. As grandes feridas têm um destino certo. Cicatrizam, deixam uma marca profunda, mas estão mortas, viveram e morreram ao contrário das pequenas feridas que vivem, adormecidas prontas a despertarem ou simplesmente latejando constantemente ao ponto de não as notarmos, vão-se mantendo, vão crescendo, quais parasitas que nos consomem para um dia, quando menos se espera, se revelarem e nesse momento ou as tratamos ou perecemos…

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Bruxas e Feitiços


Toda a gente diz que não existem, mas andam aí. Será impressão minha ou vejo cada vez mais gente a ir às cartomantes, Drs. Bambos e ler a sina na cigana. Devem ser os tempos de crise que afectam a sociedade a todos os níveis ou então não, porque em boa verdade estas “entidades” místicas sempre existiram e a sua profusão revela que o negócio vai de vento em popa e recomenda-se. Mas quanto estará alguém desesperado para recorrer as estes “métodos” para tentar resolver os seus problemas e qual a sua eficácia? Realmente não sei. Não sei o que pensar destes bruxos modernos, se não serão uma espécie de parasitas que se alimentam das fraquezas alheias, vendendo sonhos e esperanças aos mais susceptíveis ou se por outro lado a sua acção melhora a vida de quem recorre a eles, não mais por força da sugestão. Contudo sou de opinião que estas coisas têm a sua graça, não que acredite nelas, mas quem não se atreve a ler o seu horóscopo, quem não tem as suas superstições? O sucesso da literatura fantástica aí está para o provar.


Mas acho que a verdadeira magia ocorre dentro de nós quando acreditamos em algo verdadeiramente, quando nos sentimos felizes, quando ultrapassamos obstáculos apenas com a nossa vontade, quando paramos para pensar no temos à nossa volta, por isso para quê procura-la no exterior?

Por outro lado não sei até que ponto certas pessoas não têm mesmo poderes. Recordo-me que uma vez uma cigana se ofereceu para ler a sina a uma amiga minha, a qual recusou, ora eu aproveitei para perguntar se não queria ler antes a minha, ao que a cigana disse que eu não acreditava naquilo, não é que acertou! Deve ser por isso que nunca enfeitiço ninguém…

domingo, 19 de julho de 2009

Pequeno pensamento


Por vezes somos como o mar, ora tranquilos ora revoltos, mas a beleza essa é sempre a mesma!

Contactos telefónicos


Tenho uma colega da faculdade que é espanhola (na verdade é mais do que portuguesa, manias), com idade para ser minha mãe mas tem um excelente sentido de humor, pelo que não perco oportunidade de me meter com ela. Ao tempo que tenho o contacto telefónico dela, contudo ela não tinha o meu. Um destes dias ao saber o resultado de uma nota que sabia que ela esperava ansiosamente resolvi ligar-lhe.


Ela atende e diz:
- Sim?
E eu respondo:
- Oh si carino, que me guuusta!!!

É claro que me desmanchei de imediato a rir, depois de sentir do outro lado um misto entre surpresa, estupefacção e desorientação, envoltos num “Desculpe? Quem fala?”. Quando me identifiquei já com uma lágrima no olho deu-se a gargalhada do outro lado.

Quem manda não saber a quem dá o número de telemóvel, hummm!

sábado, 18 de julho de 2009

Esquecer


Há coisas que é preciso esquecer. Sonhos, aspirações, ilusões, sentimentos agridoces, que tanto nos fazem suspirar, viver, ter esperança, mas ao mesmo tempo têm o efeito contrário, levam-nos a morrer um bocadinho todos os dias, fazem-nos sofrer, delirar, estagnar no ponto onde estamos.
Mas é preciso, é mesmo preciso, para que se consiga seguir em frente. É feito devagarinho, aos poucos, tendo apenas o tempo como nosso aliado. Mas por outro lado nunca esquecemos, fica sempre lá algo até se tornar somente uma lembrança, que o futuro dirá se é boa ou má.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Perigo!


Há dias em que acordo extremamente deprimido, sem nenhuma razão aparente, outros porém acordo normal e fico a pensar porque estava tão deprimido no dia anterior considerando-me mesmo estúpido por ter estado assim. Depois, quando volto a acordar deprimido pergunto-me como fui capaz de andar tão contente e alegre, cheio de força e energia, tão normal anteriormente quando todo o meu interior parece chorar por razões que não consigo descrever, apenas sentir.
Em definitivo tenho de colar um qualquer sinal em mim a dizer “Perigo! Extremamente Instável”!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Scaramouche


Em miúdo adorava ver filmes históricos de aventuras. Filmes de piratas, de capa e espada preenchiam a Tv aos Sábados e Domingos à tarde, mantendo-me em casa de frente ao pequeno ecrã que estava cheio de acção e romance transmitidos pelas grandes produções da era dourada de Hollywood. Filmes como “Gavião dos Mares”, “Tulipa Negra”, “ Os Três Mosqueteiros” entre outros, eram os meus favoritos. Esta nostalgia apossou-se de mim quando arranjei por acaso um desses filmes - "Scaramouche" de George Sidney, uma produção de elevado nível, com todos os ingredientes para o mesmo figurar no meu top five da minha infância.
Confesso contudo que estive algum tempo relutante para voltar a revê-lo, tive receio de que ao faze-lo pudesse destruir a ideia que tinha do mesmo. Mas a verdade é que quando o revi, ao contrário do que temia, voltei a sentir aquela emoção de menino que se deslumbra com toda uma história, que sente a emoção, o drama, que vive a aventura do filme como se fosse sua. Por momentos senti-me outra vez com os meus 8/9 anos e soube-me bem perceber que a criança que há em mim ainda existe e continua a viver.

terça-feira, 14 de julho de 2009

E vou pela calçada quando...



...alguém com quem me ia cruzar, prende um salto no passeio, cai para a frente, agarra-se a mim, alarga-me a T-Shirt e eu, que ia completamente distraído instintivamente dei-lhe as mãos, sem saber ao certo onde as metia e aparei a queda, pensando por momentos, antes de ver uma dentadura a cair no chão, que seria alguma menina bonita que me tinha caído nos braços e que, por força do destino, este enfant tinha salvado de se estatelar no chão e esfolar os joelhos!




Pois, fiz a boa acção do dia, recebi muitos agradecimentos, soube que era parecido com um neto e ainda que alguém não tinha vesícula e sofria de hemorróidas, tudo informações pertinentes para mim, que depressa me tiraram vontade de perguntar se não haveria alguma neta…

Justificações



Não gosto de me ter de justificar. Há coisas que faço, que sou, que penso, apenas e porque me apetece, sem nenhuma outra razão a não ser a minha própria vontade ou “loucura” momentânea. Para que preciso eu de justificações para fazer ou ser o que me dá na gana? Para quê ser uma criatura que reage de forma programada? Apenas para que os outros não se admirem, nem exclamem? Pois não me parece que isso seja uma justificação. Por isso talvez por isso, sou por vezes esse ser estranho, esse ser imperceptível, mas esse ser sou eu e apenas eu! Quem gosta, gosta, quem não gosta ponha de parte!

Ando eu sempre a queixar-me e depois…


… um amigo meu diz-me:
- Epá tenho uma miúda para te apresentar!
Se por um lado fico algo contente por outro não posso deixar de sentir um certo arrepio na espinha…

[Sou mesmo estúpido, só pode...]

segunda-feira, 13 de julho de 2009

"Respiros" e Suspiros


Para mim só há dois tipos de pessoas, as que respiram e as que suspiram.
As que respiram sabem que estão vivas e as que suspiram sabem que estão vivas em demasia!Adicionar imagem

domingo, 12 de julho de 2009

Sempre que...


...ando na linha verde do metro lembrou-me do filme "6º Sentido" e conjuro mentalmente a seguinte frase:
"I See Weird People Everyware!!!"
Porque será?

sábado, 11 de julho de 2009

Escolhas...


Ninguém escolhe o que gosta
Ninguém escolhe a música de que gosta
Ninguém escolhe os filmes de que gosta
Ninguém escolhe a comida de que gosta
Ninguém escolhe a arte de que gosta
Ninguém escolhe onde nasce
Ninguém escolhe a família que tem
Ninguém escolhe a matéria que gosta
Ninguém escolhe o seu corpo
Ninguém escolhe o tempo que vive
Ninguém escolhe o seu olhar
Ninguém escolhe o melhor dia da sua vida
No fundo gostar (ou não) é algo orgânico, espiritual, o que se quiser, que forma os nossos gostos, não somos nós que decidimos, o que nos rodeia é que nos escolhe, agrada-nos ou não, gostar ou não gostar nasce connosco, cresce connosco, envelhece connosco e somos sempre seus dependentes.

Assim é o amor, não escolhemos de quem gostamos, gostamos e pronto, atraídos como moscas para uma teia de aranha, uma armadilha que nos leva ao desespero ou ao delírio, senão o amor não se diluiria ou concentraria, seria simples, inorgânico, matemático e prático.
Não acredito em racionalismos em matéria de sentimentos, acredito que eles mudem, que se alterem, que se percam, desvaneçam, mas nunca são pensados, o pensamento pode alterar o sentimento mas não o pode formar, pode cimentar mas não justificar.
Embora por vezes podemo-nos adaptar, aprender a apreciar, nunca será algo em estado puro, será sempre algo menor e não magnânimo como aquilo que o id nos reserva…

Vende-se...


...mau feitio topo de gama como novo, marca terrible, combustível ecológico, caixa automática, comando de velocidade de cruzeiro, direcção assistida, ar condicionado, computador de bordo, volante regulável, 4 airbags, pintura impecável à prova de riscos, bastante fiável e com certificado de garantia vitalícia, facilidades de financiamento e crédito garantido. Bom preço.

Há interessados?

sexta-feira, 10 de julho de 2009

...


O meu rosto é tímido o suficiente para ninguém me ver, em particular quem eu quero que me veja, que olhe, que me ache e procure em mim aquilo que eu sou e não aquilo que aparento, porque o que aparento é uma cápsula que me mantém distante de tudo e de todos, não por minha vontade, mas porque não sei estar de outra forma, a não ser quando estou rodeado de amigos, ou quando interagem comigo. Sozinho sou assim, uma criatura invisível, um figurante sem rosto ou sentimento, uma peça da paisagem, alguém que observa e não é observado, alguém que não gosta de ser o centro das atenções e desvia o olhar humildemente…

Espelho, espelho meu...


Há dias em que acordo e dou por mim ainda a dormir a olhar profundamente para o meu rosto no espelho, a tentar perceber quem sou ou o que sou…

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Pedido de Indicações


Vou na rua e pára um carro junto de mim. Lá dentro um homem dos seus sessenta anos, calvo e de bigode, pergunta-me como é que fazia para chegar a tal sítio. Este Enfant, puxa pela cabeça e tenta indicar o caminho que a seu ver era o mais rápido e directo, ao que o homem responde enervado:
- Por aí já eu tentei e ainda ando aqui às voltas, isto já ninguém sabe dar indicações!
Ora, com este Terrible diz ao homem:
- Pois tem toda a razão, estava a ver mal a coisa, olhe vá então por aqui…

E lá foi o homem todo contente à vida dele e eu com um sorriso maquiavélico no rosto!

[Desconfio que a esta hora quem queria ir da Praça de Espanha para Oriente, já deve ter dado duas voltas a Monsanto e ter ido parar a Sintra! Mas que fazer não sei dar indicações não é!!!]

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Silêncio


A pior coisa que me podem fazer é não me darem resposta, deixar-me no vácuo da dúvida, se a resposta for negativa, tudo bem, se for positiva tanto melhor, agora sem resposta é que não. O silêncio é de tudo o que mais abomino! O silêncio faz-me desesperar, faz-me pensar em mil e uma coisas, cria um remoinho de ideias na minha cabeça. Prefiro uma resposta simples a um complicado mutismo da outra parte, o qual não me deixa avançar e leva-me ao estatismo.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Medo!!!


E diz-me uma colega ao ver-me passado com o trabalho:
-Às vezes metes medo!

...

Pronto, mais uma "estrelinha" para este enfant!

Estereótipos


Ao contrário da maioria das pessoas não faço distinção entre as mulheres e os homens, não considero que as mulheres pensem de modo diferente dos homens e vice-versa. Para mim cada homem e mulher pensa do seu modo, modo esse que reporta à sua personalidade e cultura, mais do que ao género. A pensar bem é mesmo na cultura que reside a diferença. Ouve-se falar da mulher moderna, do homem moderno, que mais não são estereótipos de um modo de pensar social. Dizer-se que as mulheres querem isto e aquilo, os homens são assim e assado, para mim não tem qualquer fundo de verdade. Por outro lado apesar de não concordar, não digo que não exista este modo de diferenciação, ele existe e está muito bem vincado na sociedade. E qual é o problema? O problema é que a maioria segue este estereótipo como um livro de instruções. Eu também o uso, mas para brincar, para dizer umas piadas, mas não para diferenciar, não para fazer julgamentos e pôr num mesmo saco tudo e todos. A excepção é feita apenas nos casais e mesmo nestes alguns entram em acordo nesta distinção o que me causa espanto.

[Deve ser por isso que estou sempre sozinho, porque não sigo as regras, porque as regras são artificiais e não me cheiram a verdade, ou isso ou sou simplesmente estúpido e ando a enganar-me aos anos!]

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Regresso...

... das minhas mini-férias! Pois é, souberam como de costume a pouco e acabaram logo agora que me estava a habituar à rotina da boa vida, mas há mais no final do mês e em alguns dias salteados pelo mês de Agosto. Quatro dias de praia, saídas à noite, dormir até ao meio-dia e agora um cansaço bom de Verão, sentir o corpo quente do Sol, a garganta um pouco inflamada de bebidas frescas tomadas no fresquinho da madrugada e um constante gosto a sal na minhas vias respiratórias, fruto de inúmeros mergulhos e muita natação.

Ainda hoje regressei mas já estou com saudades destes dias formidáveis...