quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Filhos únicos!


Estou constantemente a ouvir e a ver dos outros reacções sempre que revelo que sou "filho único". A maioria das vezes dá-se um - Ah, isso explica muita coisa!, pois só gostava de saber o quê! Aparentemente ser "filho único" transporta consigo uma série de conotações negativas e gera um espanto uniforme como antigamente quando alguém dizia que não era crente ou coisa do tipo e logo alguém se benzia e recolhia os filhos para casa sempre que dita personagem passava. Ok, não exageremos, mas a reacção aos "filhos únicos" parece ser, de modo mais leve, parecida. Diz que quem é "filho único" é mimado, só pensa nele próprio, é narcisista, tem mau vinho, enfim só virtudes que interessam a todos. Contudo é curioso que, pelo menos no meu caso, só o descobrem depois que digo e então dá-se a confusão naquelas cabecinhas que me inquirem, procurando de algum modo um qualquer defeito, que como qualquer humano possa ter, independentemente de ser ou não "filho único", para justificar o mesmo pelo facto de os meus pais não terem paciência para aturar outro Pirro como o primeiro que por aqui anda, o que só demonstra sabedoria no aproveitamento de recursos. Certo é que já conheci muita gente, bons, maus, assim-assim, de tudo um pouco, uns com irmãos, outros não e em qualquer dos casos pode-se dizer que há de tudo, aliás até podia citar a história bíblica de Abel e Caim, este último um "belo" espécime que não era filho único, pronto está bem queria a toda a força sê-lo! Acho que daqui para a frente vou começar a fazer uma profunda exclamação quando alguém disser que tem irmãos – O quê? Tens irmãos? Hmmm, isso explica muita coisa!

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Normalidades


Quando somos nós e apenas nós a achar algo anormal enquanto todos os outros acham o mesmo normal, será que somos nós que não somos, afinal, normais?

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

E diz-me uma amiga:


O amor é estúpido e deixa as pessoas estúpidas…

...

...há coisas simples que são complicadas e coisas complicadas que são simples...

domingo, 27 de setembro de 2009

Tempo


Faço mais coisas quando tenho pouco tempo do que quando tenho muito tempo!

sábado, 26 de setembro de 2009

Rostos


Há pessoas que têm "histórias" estampadas no rosto, outras não…

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Lemas de vida


Um dos meus lemas de vida sempre foi:
Quando se quer muito uma coisa luta-se por ela!


Hoje mantenho-o, mas reformulado:
Quando se quer muito uma coisa luta-se por ela, desde que esteja nos limites do alcançável!


[Quer-me parecer que estou a perder qualidades!]

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Olhó Caloiro!!!

Hoje, ia eu a entrar na faculdade, quando me deparo com dois “doutores” vestidos cada um com o seu traje académico a olharem para mim de alto a baixo revelando alguma hesitação num vai-não-vai em meterem-se comigo. Parece que já não basta o facto de ser mais velho e aluno do 3º ano, ainda esses “putos” têm o desplante de me confundir com um qualquer caloiro! Isto agora, deviam querer farturas, queriam queriam!
[ainda se fossem duas "doutoras" então vá lá, agora assim...]

Lingerie


Uma colega minha paginava um catálogo de lingerie feminina e este enfant, claro está, ao lado, de olho arregalado a mirar a coisa.
Então perguntei-lhe: Por acaso não tens umas amigas assim?
Ao que ela responde: Tenho, mas não são para o teu bico!
Disfarcei um sorriso e afastei-me.

[Embora a resposta dela tivesse sido a brincar o certo é que de alguma forma pesou no meu âmago…uma pequena lágrima escorreu no meu interior…]

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Pensar as coisas

Normalmente só se pensa em certas coisas quando não as temos, ou quando as temos mas depois as perdemos. Quando se está a usufruir ou a viver algo, não se pensa, respira-se, vive-se apenas, sente-se mas não se discute, não se teoriza, porque isso é de alguma forma tirar a “graça” à situação. Somente mais tarde, depois de tudo ter passado, de estarmos “saciados” ou satisfeitos é que se pensa, é que se sente a falta e se levantam saudades, desejos, remorsos, do que passou, ou de algo que se quer. Talvez por isso quando vivemos ou temos algo deixamos passar muita coisa ao lado ou simplesmente enquanto o fazemos não sabemos saborear o momento. Esse sabor surge mais tarde, quando a memória for buscar estas recordações para alimentar novos desejos e regurgitar coisas antigas que parecem ter sido pouco aproveitadas e que desejaríamos reescrever.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Das virtudes da espera


Costuma-se dizer que saber esperar é uma grande virtude. Concordo. Estar à espera requer paciência, sangue frio, requer manter-nos quietos mas também confiantes, porque se alguém espera aquilo que sabe que não vai vir então não está à espera, está a desesperar. Há esperas longas, esperas curtas e o tempo em cada uma é sempre relativo ao nosso estado de espírito, porque para certas coisas preferimos esperar muito tempo, outras no entanto requerem pouco tempo, requerem uma resposta, requerem uma acção para a qual não dispensamos de tempo, temos necessidade de saber, no agora, no presente, não num futuro distante e quiçá utópico. Esperas demasiado curtas redundam por vezes em algo pouco atractivo, é necessário um certo tempo de espera para percebermos o valor das coisas, para sentirmos aquele frio na barriga, aquela incerteza que desejamos ser positiva mesmo quando dizemos em voz alta que vai ser negativa (e até nos esforçamos para acreditar que será!), essa é a espera que faz sofrer, mas é um sofrimento que se suporta, apenas e só se tiver desfecho, de preferência positivo, de outra forma perguntamos de que valeu a espera. De qualquer forma todas as esperas são difíceis sendo essa dificuldade proporcional ao nosso desejo de resposta, contudo preferimos esperar (sempre) se na nossa cabeça pensarmos que isso vai servir para recebermos uma resposta positiva.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Bizarro


Gosto da palavra Bizarro, não sei bem porquê. Gosto da sonoridade que expressa mais do que os múltiplos significados que tem este adjectivo, muito embora estes sejam também eles atractivos pela multiplicidade de ideias que o vocábulo transmite. Gosto desta palavra por ser pouco comum, por ser estranha. Será que isso me transforma por si só num ser bizarro?

Mais um prémio!


Oferecido pelo Tiago do Blog Café e Nata, a quem agradeço! Obrigado!

domingo, 20 de setembro de 2009

E se...



E se eu te encontrar e te disser que tenho a certeza como nunca antes tive a pulsar dentro de mim, como se estivessem a explodir mil bombas no meu interior as quais fazem vibrar todos os meus ossos, contraindo os meus músculos, a gerar uma corrente eléctrica que arranha toda a minha pele desde a sua profundeza até à superfície, vais acreditar?
E se eu te olhar uma vez e tu nada vires, porque aquilo que sou está submergido no meu ser, qual iceberg onde apenas se vislumbra uma casca que me prende, protege e mais não é que crisálida cinzenta e sem sabor, será que vais querer retribuir o meu olhar?
E se eu perder a voz, a substância que grita no meu interior mas não se consegue libertar dos grilhões das minhas cordas que se enrolam e enleiam, será que ainda assim vais escutar o meu silêncio?
E se houver Sol, mas no céu está a Lua e eu afirmar que apenas a claridade raia aos meus olhos, que escuto a luz a atravessar o meu rosto, que cheiro o calor a envolver o meu corpo, que o sonho é realidade e a realidade é sonho, será que vais querer também fechar os olhos e deixar-te ir no meu abraço?
E se eu te estender a minha mão, na esperança de uma reacção tua, na tentativa de me envolver em ti, no teu tacto, na tua matéria, para te ter mais próxima e sentir o teu cheiro, o teu arrepio, a tua surpresa, será que a vais querer segurar?
E se eu disser que te adoro e que quero sussurrar isso ao teu ouvido, vais-me escutar, vais rir, ou vais fugir?

sábado, 19 de setembro de 2009

Diferenças entre homens e mulheres


Ela: Apaixonado? Que bom! Quem é?
Ele: Apaixonado?...mas tens a certeza?

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Ando...


...capaz de arriscar a minha sorte!


[mas, qual sorte?]

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

...

Por vezes pergunto-me se o mundo não será daqueles que não tendo valor e sabendo-o estão-se borrifando para os outros e sem qualquer vergonha ou pudor seguem em frente, atropelando tudo e todos que se encontrem pelo caminho, conseguindo o querem em qualquer situação apenas e só porque os outros não acreditam que eles estejam assim tão vazios de valores ou sentimentos...pior, parece que são esses que "elas" mais escolhem...

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Gosto!

Gosto de velocidade, de correr, de sentir o vento no meu rosto, da sensação do coração a bater na sua intensidade máxima e do cansaço bom que isso me provoca.
Gosto de sentir a minha auto-confiança, que embora a germinar constantemente dentro de mim, muitas vezes parece renegada pelas confusões e conflitos que se geram na minha cabeça.
Gosto de sonhar, de pensar, de música cheia de energia e que grite nos meus ouvidos qual combustível para a minha alma.
Gosto de caminhar pelos limites dos passeios, de me equilibrar e sentir que posso cair a qualquer deslize apenas e só pelo pequeno sabor a perigo que isso me proporciona.
Gosto da intensidade do clima, calor, frio, vento, chuva e trovoadas.
Gosto de perceber o quanto sou capaz de perceber, de fazer, de conseguir ir mais além, quando inicialmente nem ponderava sequer atingir tal meta.
Gosto de sentir que posso dizer tudo o que quero, de pensar em tudo o que desejo, de almejar ter aquilo que não posso, apenas pelo desafio que isso me proporciona.
Gosto da conjugação temporal, de fazer ou dizer o que é certo no momento certo, nem antes nem depois, ali, na no alvo, sem tirar nem pôr.
Gosto disto e daquilo, de muitas coisas e outras mais, gosto de pequenas sensações, de descrever o que sinto somente porque me apetece, porque sinto que isso é especial e sem outra razão para além da minha própria vontade.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Porque será?


Durante a noite dormi mal. Lutei para adormecer porque precisava de dormir. Lá dormi mas não soube a nada, ou melhor soube, parecia ter acumulado o cansaço do dia com a da noite mal dormida. Imaginei ao levantar-me que o dia ia correr-me mal já que estava com uma disposição miserável, uma falta de vontade para tudo, para todos e para mim. De alguma forma assim que coloquei a minha cabeça na rua, ao sentir uma leve brisa fresca e um Sol sorridente comecei a ter uma sensação boa. Durante o dia, que se avizinhava longo e duro, cheio de coisas para fazer, fui completando as tarefas como quem joga um jogo e vai somando pontos. Ao final do dia (ou seja agora!) apercebo-me que afinal tive passei um dos melhores dias do ano. Fiz montes de coisas em pouco tempo e embora a minha disposição inicial fosse lamentável acabo o dia com uma vontade de fazer ainda mais coisas, como se estivesse com os motores em modo contínuo, como se não tivesse cansado, aborrecido ou outra coisa que tal. Sinto-me capaz de fazer muito mais e parece que nem preciso de muito esforço para isso.



Porque será que às vezes os dias que parecem ir correr mal simplesmente correm muito bem porque pensamos exactamente o oposto?

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Conversas

Ele: […] o que eu gostaria era “ser” dela…
Eu: Mas tu já és dela!
Ele: ?
Eu: Só pensas nela, não falas em mais nada a não ser dela, por isso és mais dela do que imaginas!

domingo, 13 de setembro de 2009

Quando se é...

Quando se é criança é mais fácil ser-se feliz porque reservamos a realização de todos os sonhos para um futuro em que somos adultos e em adultos desesperamos por não cumprirmos as promessas que fizemos a nós próprios quando crianças…ou será que não?

sábado, 12 de setembro de 2009

Ah e tal com esse feitio vais acabar velho e abandonado!

Sim esta frase anda para aí na boca de toda a gente. Em particular daqueles que por sorte ou destino, ou outra coisa qualquer estão a viver a vida normal de 1+1 = 2, todos felizes e contentes e ainda bem para eles. No entanto dizem que nós os solteiros e solteiras, que teimam em ser esquisitos e a manter-nos sós em vez de tentarmos mais, de apostarmos a nossa sorte, de estar com alguém por estar, só para parecer bem, vamos acabar deste modo sozinhos. Pois se tudo fosse assim tão fácil como esses amigos e amigas nos querem fazer crer, que estão sempre com essa conversa cujo intuito é espevitar, tornar-nos mais assertivos, não connosco mas com um certo modelo social, para assim nós alcançarmos a nosso própria felicidade. Mas será possível mudar quem somos ou o que queremos simplesmente para parecer bem, ou para arranjar alguém, que assim, ao olhar-nos em tons polidos se possa interessar por nós? Não é isso viver uma mentira? Viver a vida não pode ser uma mentira, porque as mentiras não duram para sempre e muito menos fazem alguém feliz, tanto nós como os outros. No máximo o que conseguimos fazer é olhar uma segunda vez para alguém que sinta algo por nós, mas se nesse segundo olhar não sentirmos nada para quê insistir? Apenas porque outrem pensa que há alguém ideal para nós, simplesmente porque a única coisa comum que tem connosco é facto de se encontrar igualmente na solidão, não quer dizer que nós estejamos interessados. Porquê? Porque é preciso bater qualquer coisa cá dentro, é preciso faltar um pouco de ar, de sofrer um pouco, de ficar no pensamento e accionar a tecla dos “e se…”. Talvez por isso o amor e as relações nas criaturas que como eu que têm “um feitio especial” e como tal lhes é rogada a praga do “vão acabar velhos e abandonados” sejam tão difíceis, porque não se escolhe de quem se gosta, gosta-se e pronto! Não é a disponibilidade da outra parte, o desespero ou o pequeno e simpático empurrão dos amigos que vai fazer nascer um vórtice cá dentro! Uns acham que isso é uma questão de querer. Para mim não é uma questão de querer, é uma questão de ser assim que as coisas são e de outra forma não têm razão de ser. Mas parece que há por aí muita gente que não consegue ver isso…

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Garanhões!


Existem entre homens os “garanhões”, aqueles com uma auto-confiança tal e parlapié sempre optimizado e adaptado às circunstâncias, sem receios numa abordagem às hostes femininas feita assim do nada. Tenho um amigo assim, não dá hipótese, inventa tudo e mais alguma coisa e elas ficam-se ali a rir. Mas e ele tem sorte com as mulheres? Ah pois, isso já é outra história! Por mais à vontade que tenha, por mais confiança que tenha na abordagem, há algumas mulheres que não se deixam abordar, ou melhor até o deixam chegar perto para ele dizer as suas parvoíces. Mas visto bem não é ele que está no engate, são elas que estão a fazer render o peixe. Somente ele é que não vê isso. Elas ali a mandar charme, a rirem-se, mas por outro lado a pensarem “este não tem chance!”. No fundo elas é que o estão a enganar, ou melhor a dar-lhe o troco em modo feminino, a fazerem ele pensar que está a ter sucesso. A minha questão no meio disto tudo é, mas então e ele não vê isso? Que dizer eu, que estou nos antípodas da conversa de engate e da abordagem de rompante? Não era para alguém que se gaba de ser D. Juan ter essa percepção, de perceber quando o predador passa a presa? Depois queixa-se que as mulheres são isto e aquilo! Então mas ele não vê que nem todas são para o bico dele?

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Refresh


Recordaram-me hoje que há muito em mim que eu próprio desconheço ou simplesmente tenho uma ideia errada. É bom fazer refresh de vez em quando!

Tolices?

Mesmo que alguns dos meus dias sejam agrestes e estejam cobertos com nuvens cinzentas ainda acredito em finais felizes…Tolices, ou talvez não!

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Coupling


Provavelmente uma das melhores e mais inteligentes séries de humor inglesas que já vi!
Para quem não conhece aconselho vivamente, é rir do principio ao fim!

Thunder


Hoje sonhei que estava a trovejar, wonder why! Sonho tão pouco imaginativo!

Não poderia ter sonhado que tinha uma menina gira a bater-me à porta, não!?

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Catched!

Estão três amigos numa esplanada a conversar alegremente sobre mulheres de forma depravada como somente os homens conseguem fazer quando estão juntos. Chegam duas amigas de repente e gera-se o silêncio como se tivessem desligado o interruptor. Elas sorridentes perguntam:
-Então do que se estavam a rir tanto?
Do silêncio surge o desconforto entre os três, escondido por detrás de um sorriso que afirma um “nada de especial” pouco convincente, ao que uma responde:
- Pois pois, estavam a falar de gajas, está visto!
Claro, estávamos nós com cara de gato que comeu o canário, era fácil de adivinhar!
[e depois de alguma insistência da parte delas retomamos a conversa, mas desta vez de uma forma muito mais polida tal como a presença de duas senhoras impunha, no entanto elas a “espicaçarem-nos” para afundar-mos a conversa a níveis mais subterrâneos, divertidas que estavam, sim e depois os depravados somos nós!]

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Correlações


Nunca consegui/soube/aprendi a jogar ao pião!
Deve ser por isso que hoje não consigo/sei/aprendo a fazer tantas outras coisas!

[Também deve ser por isso que nunca parti a cabeça!]

Diz que este blog faz voar...


E este Enfant agradece a esta menina o esvoaçante prémio! Obrigado!;)

sábado, 5 de setembro de 2009

Mulheres


As mulheres, esses seres especiais, que nos fazem sentir bem e mal ao mesmo tempo. As mulheres, esses seres agridoces que nos põem no mundo, que nos põem loucos e confusos, que nos ferem e curam. As mulheres, pelas quais lutamos, pelas quais desesperamos, pelas quais sonhamos e por vezes nunca encontramos, ou então estão à nossa frente apenas para nos dizer não, mas quando dizem sim…deixam de haver palavras para as descrever, deixa de haver sentimento ou sensação que possa ser exprimida. As mulheres, doces, cruéis, as que não gostam de nós e as que gostam, as que perseguimos e as que nos perseguem. As mulheres que nos querem dar tudo e aquelas a quem queremos dar tudo. As mulheres, as que aceitam receber mas não aceitam dar, as que querem dar mas não querem receber. As mulheres, que nos preenchem com a sua presença real e irreal, nos sonhos, na solidão, por todo lado e em sitio nenhum. As mulheres, que nos fazem sofrer, que nos fazem respirar e suspirar…sempre! As mulheres, que nos completam, que nos inspiram, pelas quais nos apaixonamos e sem as quais perecemos. As mulheres, que afirmam que não as percebemos, que afirmam que não nos percebem, mas como perceber aquilo de que simplesmente gostamos e não sabemos bem porquê?

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Caminhos


O que buscamos todos nesta vida? Simples: sermos felizes!
Os caminhos para a felicidade são muitos, e cada qual tem o seu ou os seus. Muitas vezes uns são simples de seguir, outros fáceis de encontrar, outros ainda servem de trampolim para o verdadeiro caminho. Descobrir o nosso caminho para a felicidade é por vezes difícil e complicado, mas soa sempre a desafio, de outra forma não teria graça nenhuma, porque percorrer o caminho ou julgar que o percorremos dá-nos por si só felicidade.
O grande problema muitas vezes é simplesmente caminhar. Ficamos apreensivos e estáticos, desconfiados e confusos se devemos ou não seguir aquela direção e enquanto decidimos e não decidimos o tempo passa e quando resolvemos caminhar já o caminho está fechado...

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Namoros...


...curtos levam à desilusão e namoros longos levam à estagnação.

Tudo tem o seu tempo óptimo, o seu momento perfeito e cabe aos intervenientes apurar qual é o momento ideal, assim como qualquer outra coisa da natureza para que haja uma continuação longa e produtiva.


As relações são como a fruta, esta não deve ser colhida demasiado cedo nem demasiado tarde, de uma forma está verde da outra está madura demais.

Em Cheio!


A *B* (que é sempre uma simpatia!) diz que este blog acerta em cheio e eu muito agradeço o mimo! Se o blog acerta em cheio não sei, já eu tenho uma péssima pontaria! Diz que tenho de indicar a minha peça de roupa favorita, isso é simples, os jeans, dão com tudo, servem de Inverno e Verão e estão sempre na moda!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Just a dream...


Olho para ti e tu retribuis com o teu olhar. Não o esperava e por isso baixo os olhos timidamente. Minto. Na verdade esperava, mas não nesta realidade, apenas no mundo dos meus mais doces sonhos e agora que acordo não sei o que fazer. Encolho-me. Lentamente volto a erguer os olhos, tento olhar-te sem te olhar. Estás perdida noutro lugar, mas ao perceberes-me dos meus olhos voltas a fulminar-me com o brilho dos teus. Devo estar louco, mas não consigo parar de piscar as pálpebras. Não o sei o que faça mesmo, não sei que pensar. Apenas e só quero olhar-te nos olhos, profundamente, perceber o que és, quem és, o que pensas. Mas sou fraco. Desvio o olhar novamente e sinto que fazes o mesmo. Uma explosão nasce dentro de mim, o coração bate fortemente, sinto o sangue a pulsar-me nas veias, a adrenalina a tomar conta do meu corpo e os meus neurónios a diluírem-se em loucura. A coragem rebenta dentro de mim e decido, decido levantar-me, decido ir até ti com os meus de olhos postos no teu rosto, sem receios, como se tudo o que fosse razão tivesse voado para fora de mim, como se tudo à volta não desaparecesse, só existo eu, o caminho até ti e tu no final, qual troféu, qual anjo. Num impulso levanto-me, ergo o rosto, mas, como um balde água fria, já não estás lá, sinto o corpo a acordar de uma letargia, procuro-te mas já é tarde, saíste e não vi, não aproveitei, poder-se-ia tudo ter decidido num único momento, num único segundo, mas não aconteceu. Para variar cheguei tarde e perdi algo que não tive ou saberei se alguma vez ia ter. Perdi os teus olhos e senti-me perdido. Mas a esperança não morre. Quem sabe amanhã…