segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Locais do Demo!


Alguns falam em casinos, outros em casas nocturnas menos próprias, também há aqueles que se perdem em restaurantes, bares, discotecas, tabernas; sem esquecer os que se ficam pelos festivais, mas para mim local de perdição sem igual é mesmo a Fnac!

Haverá local mais infernal que como aquele? Ele são livros, DVD´s, CD´s, informática, audiovisual e fotografia! É a verdadeira perdição, uma Babilónia sem qualquer ética moral há entrada da qual deveriam ficar a carteira com todos os meios de pagamento, para que no interior pudesse ser mais fácil resistir à tentação de tanta oferta que leva à perdição até o consumidor mais resistente! Afastai-vos pois de tais lugares ou podeis perder-vos para sempre!!

É o degredo, uma verdadeira vergonha…

Diz que é para ler...


De acordo com a senhora Gaja com G maiúsculo este blog é para ler e eu muito agradeço a imposição literária que me foi ofertada, obrigado!

domingo, 29 de novembro de 2009

Take1!


De acordo com a Girl in the Clouds, que me enche de mimos, este blog merece ser filmado e eu muito agradeço o cinematográfico sêlo!
E agora tenho que falar em 5 situações da minha vidinha que deveriam ser vividas em slow motion:
1. O meu primeiro beijo
2. O meu primeiro festival de Verão (no ido ano de 97!)
3. Os meus momentos de praia (que duram mesmo mesmo até o Sol se pôr)
4. A viagem a Punta Cana
5. Todos os momentos em que me perco a sonhar

Quatro elementos


Com as mãos em concha conseguimos reter a água, mas se água se transforma em areia podemos envolver toda essa matéria. Contudo, se a areia se torna fogo, somos obrigados a abrir as mãos de imediato e no fim ficamos apenas e só com ar…

sábado, 28 de novembro de 2009

Gostava


Gostava de te dizer, gostava de conseguir falar, de expor, de emitir um som para ti. Gostava de conseguir expressar, sem omitir, mas com substância, com profundidade, tudo o que penso, tudo o que sinto, as minhas intenções, as minhas contradições, as minhas hesitações, os meus defeitos as minhas virtudes. Gostava de me declarar, de declamar o verbo, de usar vocábulos que não conheço, com sentido, sem sentido, mas que pudessem chegar a ti e te convencessem, que te conquistassem num abraço gutural, que te fizessem arrepiar. Gostava, e faço-o, mas em silêncio, num absoluto estado de mudez, que me restringe os movimentos, carrega o meu semblante, torna-me cheio, mas ao mesmo tempo vazio.
Gostava mas não consigo, porque sei, que somente o silêncio pode pronunciar todo o sentimento na maior das suas profundidades…

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Será mais fácil...

...dizer que se gosta de alguém ou dizer que se odeia alguém?

Ainda não Natal mas...




...parece que já começaram a chegar as prendas e desta feita oferecidas não pelo pai Natal mas pela minha gentil amiga invisível a quem eu muito agradeço, obrigado!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Da rejeição


A rejeição é uma das coisas que mais dói, que mais tempo leva a sarar, a compreender o porquê. A rejeição leva a um não-existir, a tornar-nos apenas uma imagem difusa do passado de alguém ou então nem chegar a ser sequer parte de memória alguma. A rejeição leva ao ciúme, leva ao sentirmo-nos deprimidos, incompreendidos, estivados de pensamentos contraditórios que carregam o nosso semblante, alimentando uma mistura de químicos que reagem dentro de nós e cujo resultado leva-nos à confusão, ao deixar de acreditar, a uma raiva contida com a qual não sabemos lidar. Procuramos a origem do problema, desenham-se planos regressivos, coloca-se tudo em causa em particular aquilo que somos, aquilo que pensamos ser e que afinal parece que não passa de uma fachada que nos engana. E no meio desta desilusão achamo-nos egoístas, loucos, desejosos de fugir, de gritar, de sentir tudo à volta a descambar. Queremos esquecer, superar, ultrapassar, mas é difícil, demora tempo, mas esse dia chegará, simplesmente. Quando esse dia acontecer tudo passou, não porque se digeriu, mas porque seremos outra pessoa apenas com uma memória agridoce, que difere daquela que havia sido rejeitada.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Abordagens

As abordagens podem surgir do nada, de improviso, embora essas, por não serem pensadas nem estudadas podem levar ao problema de alguém a aceitar e lançar-nos um desafio, o qual, se não estivermos preparados pode deixar-nos encavacados a meio do percurso e como tal a “abordagem” não surte efeito. Mas também há a abordagem pensada, planeada, em que se prepara um discurso cuidado e se tenta prever as várias reacções, a resposta está pronta, o problema é estas demoram muito tempo a serem efectivadas, tanto que quando chega o dia “D” já há concorrência que avançou uns três ou quatro passos e como tal a “abordagem” e todo o trabalho de fundo gora-se. Em qualquer dos casos uma “abordagem” pode-se saldar de quatro formas: corre bem(uhu!), corre bem mas sem efeito (quando nos dizem com um sorriso que até somos simpáticos mas não), corre mal (não!), ou corre mesmo mal (ouvem-se gritos histéricos de socorro e dois polícias a correrem rua abaixo).
Com todo este cenário haverá coisa mais difícil que uma “abordagem”?

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Dúvida


Quando surge uma dúvida isso significa que se está a ir por um mau caminho ou uma dúvida é condição normal para se conseguir seguir esse mesmo caminho?

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Prós e Contras


Quando se decide alguma ponderam-se sempre os prós e os contras, as vantagens e as desvantagens. Mas quando algumas coisas acontecem, quando se entra em algo simplesmente porque se entrou, sem planos prévios, apenas e só porque sim, porque nem só de racionalismo vive o homem, também se vive de sentimentos e nestes não há controle, não há nada, há apenas a sensação e para onde ela nos leva não se sabe, apenas se vai, sem destino, sem se saber onde se vai chegar.

Nestes casos não há decisão possível e as vantagens e as desvantagens não são ponderadas, porque não existem para serem pensadas, serão talvez reflectidas um dia quando, seja qual for o resultado, o mesmo já estiver decidido.

domingo, 22 de novembro de 2009

Não, não é isto!


Estava eu num hipermercado a escolher uns legumes e umas frutas para levar para casa (pois é isso ou ainda morro para aí com tanta porcaria que como!) quando reparo numa senhora dos seus sessentas e muitos a olhar para mim sorridente e um ar de como quem diz: - Sim senhor!

Eu ainda tenho de perceber que diabo de encanto tenho para as senhoras de certa idade. Já as minhas colegas de faculdade, aquelas que têm a amabilidade de me tirar apontamentos e fotocópias das aulas que não vou, se não passaram todas a fase da menopausa para lá caminham, sem falar de um local onde trabalhei em tempos em que era “alimentado” a bolos caseiros todas as santas manhãs pelas minhas colegas, todas de um escalão etário assim a roçar a idade de reforma!

Ai a minha vida! [E não me venham dizer, ah e tal que têm filhas e netas, porque essas não querem nada comigo! Típico!]


[Ah e não tenho fetiches desses por isso esqueçam!]

sábado, 21 de novembro de 2009

...


O amor é um desequilíbrio que tende para o equilíbrio, isto se for de alguma forma correspondido!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Diz que é sexy!


Pelo menos é que o diz esta simpática Amelia Earhart, a quem eu muito agradeço o sensual mimo! Obrigado!
Decidi igualmente oferecer este pequeno troféu a mais cinco bloggers igualmente sexys:

Jogos


Só gosto de jogos quando os seu jogar, quando conheço as regras, os limites, os objectivos, para assim conseguir estabelecer uma estratégia, uma direcção ou então simplesmente lançar os dados e deixar a sorte ou azar definirem se ganho, perco, ou fico na posição intermediária. Agora jogos complicados, dos quais não se conhece o objectivo, onde não se avança, recua, ou se fica estacionário, apenas num vácuo de incertezas, perdem a piada, desiludem e assim somos obrigados a desistir porque não nos estamos a divertir…

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Haverá...

...algo mais difícil e complicado que aniquilar um sonho ou matar um desejo?
Provavelmente não…

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Revelações


Quando os nossos passos são incertos, inseguros e tudo aquilo que somos, toda a segurança que nos caracteriza parece perdida para o espaço, todo o nosso ser nada mais é que um desejo que não sabe como se manifestar, ou ao se manifestar acabamos por ser mal interpretados tendo como consequência deixar fugir a oportunidade, que por ventura nunca virá, porque isso acaba por ser um reflexo mais da desilusão e da nossa fragilidade que outra coisa, e no fim, pior, criamos danos colaterais quando o que queríamos era exactamente o oposto, será que se deve avançar?
A revelação é sempre egoísta, seja ela com que intenção for, porque é ser-se apanhado de surpresa, sem nada que a substancie, apenas dirigida pela nossa própria loucura, que nos diz para avançar sem destino, sem um plano, sabendo a nossa razão que não é assim que as coisas se fazem, mas o instinto bate-nos cá dentro, quase a rebentar os tímpanos, a querer fazer-nos acreditar que, de alguma forma, daí sairá o sucesso…
...e o que se tem a perder? Nada, ou talvez tudo, sendo esse tudo nada ou então é mesmo tudo…

terça-feira, 17 de novembro de 2009

A pensar a pensar...

Sempre tive para mim que pensar muito faz mal.
E agora perguntam-se se não estarei a ser contraditório, pois estou, de outra forma, se não pensasse este blog não existiria! Mas isso não quer dizer que não almeje não pensar, assim para o menos, estar com menos indagações, menos reflexões…pois parece que não consigo. Mas bolas, poderia mudar de assunto, se é que há algum assunto linear. Pois, acho que não, ou talvez não saiba, ou sei mas não quero admitir. Raios! Já estou a pensar outra vez!
Não há pachorra!

Não um, mas dois!

Para começar a Girl in the Clouds, gentil aviadora, ofereceu-me este mimo, o qual muito agradeço, o qual tem consigo um desafio:
As regras são:
1)Exibir o selo no meu blog: Já está!
3) Dizer quais as fufuquices da sua vida:
- Sou Terrible (mas isso já se sabia!);
- Tanto tenho uma memória de elefante como uma de passarinho;
- Sou pontual, mas muitas vezes esqueço-me das horas;
- Só gosto de ir dormir quando estou mesmo muito cansado;
- Sou um perfeito descontente;

E tantas outras coisas que nem me lembro no momento!
4) Indicar 3 blogues cheios de fufuquices:


E um segundo desafio:



A Gaja com G maiúsculo (senhora Gaja!) lançou-me um desafio, que aceitei:

1º Para parcipar tenho de seguir as regras:
2º Levar o selo acima
3º Completar as seguintes frases:

a) Eu já...
b) Eu nunca...
c) Eu sei...
d) Eu quero...
e) Eu sonho...

4º Depois de completar a frase com as respostas indicar 5 blogs para dar sequência ao desafio.

a) Eu já me magoei muito;
b) Eu nunca digo desta água não beberei porque a vida é assim mesmo, cheia de contradições e nada estática;
c) Eu sei que posso ser mais, ou menos do que aquilo que aparento ser;
d) Eu quero tantas coisas que não sei se algum dia as terei;
e) Eu sonho sempre!
4º Depois de completar a frase com as resposta indicar 5 blogs para dar sequência ao desafio, que são:

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Dias


Todos temos dias. Dias bons, maus, assim-assim, outros que a nada sabem e outros que sabem a tudo. Tenho tido dias onde não há “sal”, não há vontade de nada, nem paciência que se abrigue no meu ser. Tudo o que costumo fazer e gosto parece não ter gosto, não ter piada. Há algo que me tem faltado mais do que o normal, algo que não sei o que é. Um vácuo que me deixa sem pensamentos, sem querer, apenas cansado. Mas por outro lado sinto a vida dentro de mim, a querer sair, ao mesmo tempo ela parece estar contida por uma prisão de névoas que a isolam do mundo exterior, que a afastam de mim…

domingo, 15 de novembro de 2009

Coisas da vida

Certas coisas não me custam dar ou fazer mesmo que não receba nada em troca: Um bom dia, um como estás, um aperto de mão, uma felicitação ou partilhar uma informação e fornecer uma pequena ajuda. No entanto há pessoas a quem me custa todo e qualquer tipo de cumprimento e ajuda, porquanto as mesmas são estúpidas, mal-educadas, arrogantes, perfeitamente interesseiras e abusadoras.
[Haja pachorra e sorrisos amarelos!!!]

sábado, 14 de novembro de 2009

Como funciona a mente masculina numa ida às compras


Primeiro municiar-nos de uma lista de compras previamente preparada e ordenada por tipo de produtos a adquirir. Cronometrar o tempo, de modo a optimizar a situação. Ao chegar ao local de consumo escolher um carrinho com rodas que rodem tendo-se um total de dois minutos para efectuar os devidos testes. Entrar na superfície evitando todo e qualquer corredor das chamadas “promoções da semana”. Ir directo aos locais seguindo a logística da lista de compras. Mentalmente mandar a simpática administração da superfície comercial para a […] q pariu por andarem sempre a mudar as coisas de sítio. Com a última situação perderam-se três minutos preciosos. Adquirir os produtos sem olhar para os do lado indo directo ao pretendido, isto claro resultado de estudo préviamente prévio e longos anos de experiência a nível de preço/qualidade. Evitar passar no local das loiças pora evitar acidentes. Num dos corredores obrigação de perder 1 minuto ao avistar-se um momento zen feminino. Perceber que o momento zen feminino afinal está acompanhado de um "mamífero" e prosseguir para a próxima etapa. Ir à charcutaria e perceber que já não há o que se quer, nova verborreia mental a mandar tudo para o sítio por não se ter chegado mais cedo. Estrategicamente passar nos corredores das comidas saudáveis, chás e afins, mesmo que não se tenha de ir lá comprar nada. Acção compensada com mais dois momentos zen femininos. Procurar a caixa com a menor fila. Errado, procurar caixa com menor fila ou uma que não tenha velhotes na fila. Indecisão em ir para um caixa com duas velhotas mas cuja funcionária destila simpatia ou permanecer na fila onde só há três casais jovens e um "mastodonte" a atender. Decisão que quebra as regras da lógica e passar para a caixa das duas velhotas. Cinco minutos depois novo massacre mental porque a fila não anda e desejo de auto-mutilação pela decisão pouco lógica tomada. Atendimento com um sorriso nos lábios que afinal justificou a espera. Total de tempo gasto quarenta e três minutos, sendo que doze destes foram passados na fila para a caixa.

...

Parece que às vezes só temos direito àquilo que não desejamos, e o que desejamos és-nos sempre vedado…

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Flames

A partir de uma pequena fagulha pode-se gerar um grande incêndio, o qual, ao crescer, pode ficar descontrolado, sendo que nessa altura torna-se difícil apaga-lo, não se sabendo ao mesmo tempo como o fazer...

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

A tentar ver as coisas de um ponto de vista positivo…

Hoje acordei com uma borbulha na cara com uma tal dimensão como já não via desde os meus tempos de teenage.
Conclusão: Devo estar a rejuvenescer!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O meu blog anda avariado!

Pois que agora "desapareci" dos blogs que sigo e não consigo adicionar novos blogs à minha lista! Aparecem-me uns erros Bx-qualquer coisa, os quais, pesquisando na net, aparecem como problemas do servidor ou coisa do tipo. Tenho de contactar o apoio técnico do serviço, o pior é que não encontro nenhum mail do mesmo. Haverá por aí alguém que saiba alguma coisa disso?
Desde já os meus agradecimentos.

...

Por vezes a questão não é ter, é saber o que fazer com o que se tem...

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Soluções


Há problemas, equações, situações que têm solução. Outros não. Mas na maioria dos problemas nunca sabemos à partida se têm ou não soluções, daí serem problemas. Depois é andar às voltas, a tentar procurar uma solução sempre na expectativa de a encontrar. Avançamos, esmorecemos, quase desistimos, ganhamos novo fôlego e continuamos, como um marinheiro que se aventura num mar desconhecido, enfrentando perigos, vencendo dificuldades, esforçam-se ao máximo para chegar a bom porto…ou então naufragar…

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Selo!!!


Quando recebo um mimo devo confessar que fico sempre contente! Quero desde já agradecer a esta menina a cativante oferta! Obrigado!

Serás?


Serás um caminho, serás uma solução ou serás simplesmente mais uma desilusão que me desencaminha e faz-me perder na imensidão do cosmos, iludindo os meus percursos, salteando a minha cabeça com dúvidas, polvilhando sofrimento ao lado de pequenas grandes alegrias, que se goram numa muralha de silêncio, que tanto me dá esperança, como tão depressa converte-me num escravo do desengano?

domingo, 8 de novembro de 2009

Eu e as sopas...


O fim-de-semana passado fiz uma sopa…tive chá para uma semana.
Este fim-de-semana fiz uma sopa…agora parece que tenho papas para o resto da semana…


[Mais uma estrelinha para mim!]

Será possível?

Alguém ficar aborrecido mesmo quando tem milhares de coisas para fazer (e algumas tem mesmo de fazer!)? Ou será o aborrecimento derivado de ter tanta coisa para fazer e pouca ou nenhuma vontade?

sábado, 7 de novembro de 2009

Medos...


Não tenho medo de errar, mas tenho medo de perder…

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

...

Porque será que há esperanças que não morrem?
[Sim, nem toda a esperança é desejável!]

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Eu e a minha capacidade de tirar o sorriso às pessoas...


Encontrava-me no meio de uma loja a escolher umas camisolas, quando vem uma simpática e sorridente empregada ter comigo:
empregada: - Precisa de ajuda?
l'enfant: - Sim, só têm estas peças?
empregada: - Precisa de algum número?
l'enfant: - Não, é que estas têm todas aqui um defeito…

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Cogitações sobre amor

Cada vez mais chego à conclusão que aquilo a que se chama “amor” tem concepções de diferentes formas dependendo de um de e de cada qual.
Uns acham que o amor é aquilo se entende por se sentirem bem junto de outra pessoa, seja ela qual for, sem precisarem de fazer grandes escolhas, vêem o amor como algo leve, algo natural e sem muitas complicações, gostam e pronto, sem grandes emoções, sem grandes faíscas e é um amor politica e socialmente correcto.
O reverso disso são aqueles para quem o amor tira o ar, o fôlego, suam, o coração bate mais forte e sofrem muito por motivo nenhum, imperceptível e sem razão para os outros como se o mundo fosse acabar amanhã ou então andam de sorriso nos lábios, capazes de andar à chuva sem perceber que chove e sempre radiantes, quase a flutuar, quase a voar. Era fecha-los com quem querem estar e nunca mais ninguém lhes punha a vista em cima.

[Haverá uma terceira via?]

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Pessoas


Existem pessoas de todo o tipo. As que gostamos e as que odiamos. As que não gostam de nós e das quais também não gostamos. As que nos irritam e as que chateamos. As que nada nos dizem e as que nos dizem tudo. Aquelas com as quais ficamos à vontade e as outras que nos deixam desconfortáveis. Com algumas brincamos, outras somente respeitamos. As que conhecemos e as que desconhecemos. As que são reais e as que irreais.

E depois há aquelas de quem gostamos, mas não devíamos gostar…

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Os teus dedos

Os teus dedos tocaram-me enquanto dormia. Sentiram a minha respiração, percorreram a minha pele, acariciaram o meu rosto. Os teus dedos delinearam o meu contorno, percorreram cada centímetro de mim, experimentaram o meu calor. Os teus dedos traçaram a latitude do meu corpo, delimitaram as suas fronteiras. Os teus dedos abraçaram-me, compeliram-me contra o teu corpo e juntos criamos um novo espaço. Os teus dedos trazem paixão, trazem a harmonia que não tenho. Os teus dedos são assim, um sonho, que com a sua pressão inscreveram o teu nome inaudível na minha carne. Os teus dedos são suaves, são ternos, mas magoam...

domingo, 1 de novembro de 2009

Idealizações


Idealizar faz parte do ser humano. É algo que nos é instintivo e natural, quase como o respirar. O problema é que por vezes idealizamos demais as coisas o que faz com que uma cortina de fumo se atravesse à nossa frente deixando-nos desorientados e por vezes cegos. E isso torna-se pior ainda quando estão envolvidas outras pessoas. Muitos idealizam encontrar alguém especial, alguém que tem de ser perfeito, com toda uma série de características que pensamos serem necessárias o que leva a que o nosso coração não bata de imediato na presença de outra pessoa com características diferentes, simplesmente porque desviamos o olhar ao primeiro vislumbre. Quando se encontra alguém que se gosta idealiza-se um futuro e tudo aquilo que este pode trazer de acordo com os cânones sociais e depois de cumpridas uma série de etapas vemo-nos sem nada, sem sonhos e por vezes presos em armadilhas das quais não podemos sair.
Idealizar é por isso muitas vezes seguir regras que não são nossas verdadeiramente. Idealizar deve ser isso sim, algo nosso, mas não pode ser tudo, servirá apenas para nos orientar e para nos manter a esperança, porque por vezes é aquilo que nunca pensamos ou idealizamos, que nos deixa um verdadeiro sorriso no rosto e do acaso surge a verdadeira felicidade.