domingo, 27 de junho de 2010

Relatividade


Podemos ser felizes com pequenas coisas. Podemos, mas nem sempre isso é suficiente para nos preencher, tanto mais que a ideia de "dimensão" altera-se ao longo do tempo e consoante a percepção alheia. Aquilo que entendemos por pequeno num dado momento pode ser grande noutro, do mesmo modo que outra perspectiva que não a nossa dá outro entendimento sobre o é que grande e pequeno. O que é pequeno e grande é sempre, por isso, relativo.

5 comentários:

Z...! disse...

Podemos ser felizes com pequenas coisas, precisamente porque a felicidade vem da importância dada às coisas, e não das coisas, em si!

Conheço pessoas que são incapazes, genuinamente, de se entusiasmarem com o que de bom a vida lhes traz.

E conheço outras, para quem os pequenos nadas se agigantam...

Porém, talvez não seja suficiente o valor dado aos pormenores quando começamos a acreditar que a noção de felicidade depende da aprovação dos outros, da concordância, da moda...

Hum... não sei bem o que concluir...
No pensamento a ideia o coment+ario que tinha para fazer parecia-me mais fluente, quando iniciei estas frases...

Talvez seja melhor terminar com um:
Sabe bem ler-te.
Regressarei quando estiver mais inspirada:-)

L'Enfant Terrible disse...

Z...!
Sê bem vinda e obrigado!

Miss Kin disse...

Absolutamente, para quem não tem nada o que quer, é qualquer coisa, quando se tem tudo inventa-se mais para querer, o ser humano nunca está satisfeito...

Quanto ao pequeno e ao grande, relativíssimo!

GATA disse...

Mas, por vezes, não se consegue ser feliz, por mais que se tente, porque não se tem nada para ser feliz (p.e., problemas de saúde) e tentar ser optimista é cansativo...

Nirvana disse...

Penso que há coisas que nos fazem sempre felizes, e geralmente são pequenas coisas. E há coisas que nos podem fazer muito felizes num dado momento e noutro não. A nossa própria disposição no momento pode influenciar ficarmos ou não felizes com as mesmas coisas.
Beijinhos