domingo, 21 de novembro de 2010

O peso das perguntas

Tantas vezes nos fazem perguntas, normais, triviais, inocentes, maliciosas, intencionais ou por pura coscuvilhice. Tantas vezes fazem-nos perguntas e tantas vezes as mesmas não nos afectam como também pesam demasiado na consciência, umas de modo imediato e que não conseguimos disfarçar, outras com efeito somente depois, passado esse primeiro impacto, quando nos apercebemos do quanto as mesmas nos perturbam. Tantas vezes temos resposta pronta para as mesmas, tantas vezes não a temos, do mesmo modo que para tantas a resposta é programada e pouco sincera ao mesmo tempo que para as outras as respostas se resumem a um silêncio pouco elucidativo, que por si só é talvez das respostas mais sinceras que podemos dar.

1 comentário:

S* disse...

Há perguntas que nos deixam a boca seca, sem reacção.