sábado, 18 de dezembro de 2010

Do amor


O amor parece ser cada vez mais uma abstracção teórica de algo pouco concreto. Parece que são mais as mentiras que se dizem sobre o amor do que as verdades e tantas vezes somos iludidos quer por umas, quer por outras. No fundo o amor existe quando sentido e partilhado e nesses casos quem o sente pouco se importa em racionalizar o seu significado ao passo que quem aspira pelo mesmo tece inúmeras teorias, divergentes, contraditórias até, onde se mistura mais a ilusão com a realidade do que a realidade com a ilusão, e isto tudo para completar e colmatar de forma artificial aquilo que se gostaria de sentir mas não se sente, porque o amor é um diálogo de silêncios e não um monólogo de ruído.

4 comentários:

Mona Lisa disse...

Para quê tentar definir o que é o amor? Ganhamos alguma coisa? Não. Conseguimos concluir algo geral válido para todos? Não. Dá para fazer uma lei universal sobre o amor? Não. Então para quê falar sobre definições e teorias? Basta senti-lo.

A Minha Essência disse...

Cada um a sua maneira... isso é o mais importante! :)

GATA disse...

O amo...quê??? Não conheço!

Sissi disse...

Namorei com um rapaz que passava a vida a teorizar sobre o amor, como este devria ser e como deveria ser sentido e blá, blá, blá. Até que uma amiga minha me disse "quem teoriza muito sobre o amor é porque não o sente", na altura não gostei de ouvir o que ouvi...mas a verdade é que ela tinha razão.