sexta-feira, 25 de março de 2011

Da presunção

Só se é bom em algo, só se é imprescindível e único quando são os outros e não nós a dize-lo. Contudo podemos ter alguma consciência disso, mas se o anunciamos, se o achamos de forma peremptória, acabamos por parecer ou ser  presunçosos, arrogantes e sobretudo acabamos por nos enganar a nós próprios. Porque no meio de tanta "perfeição" consciente arrastamo-nos indubitavelmente para a imperfeição e para o desiquílibrio enquanto seres humanos que somos e como tal, perfeitamente imperfeitos.

10 comentários:

Olívia Palito disse...

Lá diz o velho ditado:"ninguém é insubstituível" - e eu com a minha (pouca) experiência de vida, concordo. ;)

Anna disse...

Juro que quando li o título do post no Reader esperei que o tema fosse o discurso do Paulo Futre... ;)

Concordo plenamente contigo!
Fazer falta é algo digno de honra. Apregoar que se é imprescindível é sinónimo de presunção!

L'Enfant Terrible disse...

Anna

Juro que quando o escrevi não pensei em futebol ou política. Aliás, o futebol ignoro e a política odeio, portanto...

Anna disse...

Faço por ignorar questões associadas ao futebol, também, mas admito que o discurso do senhor ontem captou a minha atenção - e não foi por bons motivos...

'Mimi disse...

Por isso é que só tem valor quando são os outros a dizer ;)

ADEK disse...

True:)

Girl in the Clouds disse...

Isso é verdade, ninguém é insubstituível e o futebol ainda se pode ignorar,agora a política interfere directamente connosco.

hierra disse...

Daí que vivamos no mundo da falsa modestia...toda agente é mto humilde e tal :)

Cláudia Neves disse...

Touché...

GATA disse...

Bemmm... não sou perfeita, mas sou boa em vários aspectos (nada de piadas ok???) e, para duas pessoas, sou insubstituível. Ora, se eu não gostar de mim, quem gostará? :-)