terça-feira, 30 de agosto de 2011

Inquietude


Há coisas que nos deixam inquietos, pensamentos, situações, imagens, gestos, uma panóplia de factores que nos remetem para um estado que mistura o pulsar constante de algo que não nos sai da cabeça com o nervoso miudinho que se impregnou em nós. Contudo também há inquietude que nasce sem haver para tal um sinal, uma evidência ou qualquer razão atendível, mas ainda assim tal gera-se no nosso interior da mesma forma, desta feita de um modo ainda pior, um para o qual não temos uma explicação consciente e lógica, aos quais se possam ir buscar um ponto de apoio para, no mínimo, nos sossegar um pouco.

2 comentários:

Utena disse...

Esta imagem faz-me lembrar um livro de Richard Bach o Fernão Capelo Gaivota... por nada em especial talvez apenas pelo facto de que por mais que a inquietude ataque as coisas levam sempre um tempo a resolver que se fosse com mais tranquilidade se resolveria mais rápido

S* disse...

Esse sossego é fundamental... há dias em que o coração fica apertado.