quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Dos sonhos #2

No que diz respeito aos sonhos o único limite possível é não haver qualquer limite para os mesmos. Pode-se explorar em todas as direcções, percorrer desde os cantos mais recônditos ou ir até à maior dimensão possível de imaginar. Mas terminado o sonho começa a realidade e todas as suas dificuldades, o local onde se confundem acontecimentos, frases passam de palavras a sílabas, misturando-se barreiras com portas, sendo que a única forma de destrinçar o caminho possível para ultrapassar alguns muros é pura e simplesmente fechar os olhos e atirar à sorte, visto que a razão de pouco serve em muitas ocasiões, sobretudo quando a aglomeração de obstáculos é tal ordem que pouca luz se vê ao fundo do túnel.

3 comentários:

Ana disse...

Há que ser persistente. Independentemente de sermos realistas ou não, no que diz respeito aos nossos sonhos; persistência é essencial. Se não conseguirmos, pelo menos, tentámos :)

A Minha Essência disse...

Não viver na utopia já é meio caminho. O resto, faz-se com persistência!

Um beijo

GATA disse...

Não tenho sonhos, só pesadelos...