quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Aos olhos dos outros



Nem sempre o que fazemos é perceptível aos nossos olhos, no entanto é visível de outra forma aos olhos dos outros, daqueles que nos olham e assim algo simples e corriqueiro pode ter outro significado que não aquele que possamos pensar ou sequer imaginar. Da mesma forma há coisas que se dizem com um sentido, um sentido bem definido, mas apenas a nosso ver, porque aos ouvidos alheios as hipóteses avolumam-se, tantas e mais díspares consoante o número dos que nos ouvem. Dessa forma tudo aquilo que fazemos ou dizemos, se de uma forma não intencional ou com um sentido estrito bem definido acaba sempre por ser um tiro no escuro, não existindo dessa forma qualquer garantia de retorno fidedigno e se tal não acontece de uma forma tão linear e caótica como aqui descrevo, certamente o será em alguns casos, quiçá naqueles que por vezes são cruciais e normalmente com a tendência de surgirem quando estamos desprevenidos.

3 comentários:

S* disse...

Por isso prefiro pensar só no que o meus olhos vêem... eu é que sei o que são.

A Minha Essência disse...

O que nos rodeia, é importante mas, a última palavra, tem que ser sempre nossa!

GATA disse...

Há muito tempo que deixei de me preocupar com o que os outros vêem, até porque a maioria não vê o que eu vejo.