sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Das respostas



Há muitas coisas sem resposta, ou porque a mesma não existe, ou então porque simplesmente não nos querem dar a mesma. No meio de tantas perguntas que se fazem poucas são aquelas que têm resposta rápida, incisiva e absoluta, isto porque a maior parte fragmenta-se em muitas respostas que mais não são diferentes opiniões, doutrinas e pontos de vista sendo que nenhuma das mesmas é conclusiva abrindo-se assim o leque não para a solução mas antes para um vasto número de outras perguntas derivadas. Contudo, apesar de as coisas serem assim desde sempre, reparo que há perguntas cujas respostas são simples, tão simples que poucos ousam proferi-las, talvez pelo receio de assim não se perderem em divagações teóricas, as quais servem apenas para demonstrar valor de quem teoriza ao longo do tempo ao invés de se esgotar na resolução imediata do que está mesmo à sua frente. O que é curioso ainda é quando nós temos as respostas para tudo o que diz respeito aos outros, nas raramente temos ou aplicamos essas mesmas respostas a nós próprios.

2 comentários:

S* disse...

É tão difícil decidir a nossa vida... e tão fácil arranjar respostas para a vida alheia.

A Minha Essência disse...

Porque estamos a viver na primeira pessoa. Com as emoções ao rubro. Logo, a percepção é diferente pois claro. ;)