quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Ao longe



Fazer previsões, ter grandes expectativas, criar planos para o futuro é algo que mais vezes conjuga superstição e ilusão do que propriamente realismo. Contudo para muitos essa é a sua única fonte de optimismo, a base sobre a qual conseguem retirar alguma confiança para si mesmos, a força que os faz prosseguir, sendo que raramente conseguem atingir metade do que se propunham a fazer e a maioria dos planos saem gorados ou a saber a pouco. Fazer planos a curto/médio prazo é saudável, faze-los a longo já é querer mais do que se pode ter e talvez por isso devemos encarar a realidade como algo imediato, sendo que tudo o que aviste mais longe dever-se-á deixar entregue ao campo dos sonhos, tudo para não nos iludirmos e mantermos os pés assentes na terra sem perder o horizonte do que nos pode, eventualmente, fazer felizes.

4 comentários:

ADEK disse...

No fundo começamos de novo todos os dias:) Mas o "começar de novo" do novo ano é mais comum, e no fundo acho que a Humanidade gosta de ser sentir unida...e é uma altura em que todos "comemoramos" o mesmo, e a união sente-se. Talvez daí o optimismo todo da situação...

A Minha Essência disse...

Cada um usa as armas que tem.

Bom ano!

S* disse...

Prefiro sonhar sem tirar os pés do chão.

GATA disse...

A vida ensinou-me a não ter planos nem expectativas. E não faço previsões, o meu nome não é Maya, é GATA!