quarta-feira, 16 de abril de 2014

Dos caminhos

E pode-se perguntar qual o caminho que tomamos quando começamos. Decerto que a resposta será sempre diversa. Nem sempre iniciamos um caminho sabendo onde vamos chegar, por vezes temos apenas uma ténue ideia e densas dúvidas. Pelo meio surgem os atalhos, os focos de distracção onde tantas vezes nos perdemos, os quais contribuem para o desastre, o despiste, para o fim antes do mesmo chegar. E quando chegamos a algum sítio nem sempre o percebemos, porque chegamos, ficamos e só depois, quando voltamos a partir é que percebemos o que deixamos. Se algo deixamos feito pode-se perguntar como o conseguimos, qual a nossa inspiração, mas quando não se sabe onde se está, para onde vai, o que se fez, é difícil tentar explicar qual o caminho que se segue para o conseguir, porque esse caminho foi apenas e só um caminho tomado, como podia ser outra coisa qualquer.

1 comentário:

A Minha Essência disse...

Sem direcção é difícil haver rumo.