quinta-feira, 25 de setembro de 2014

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Aquilo que queremos hoje não é o que queríamos ontem e possivelmente diferirá do que vamos querer amanhã. Poder-se-ia dizer que tal como aquilo que queremos também nós mudamos. No entanto esta mudança é mais caprichosa, que se é que ocorre mesmo. O que acontece talvez seja uma alteração no que somos, não na profundidade mas à superfície, o que, por si só, já nos causa enormes dores de cabeça. Tal reflecte-se muita vezes no que queremos, no modo como encaramos a vida, nos nossos objectivos, na falta deles, no modo como lidamos com tudo. E pelo meio ficam as dores de crescimento, onde o antigo se debate com o moderno à vista de um futuro que espreita sem no entanto desvendar o véu. 

2 comentários:

Benedita disse...

Sem tirar, nem pôr...

GATA disse...

"ADAPT AND SURVIVE", MY DEAR!